Relógios, Watch my Skin

WATCH my SKIN – Ostras com Oyster

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Ostras no Ramiro com um Oyster Perpetual no pulso. Ou como o modelo de base da coleção da Rolex fica bem na casa marisqueira que é incontornável no cenário gastronómico lisboeta. Vai um vinho tinto ou um vinho branco a acompanhar?

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© Paulo Pires/ Espiral do Tempo

O conceito Oyster da Rolex celebra em 2016 o seu 90.º aniversário e foi fundamental para o estabelecimento da marca da coroa como a principal entidade relojoeira do Planeta. A Cervejaria Ramiro também comemora este ano seis décadas de existência, tendo nascido em 1956 como uma casa de pasto normal até ser gradualmente transformada em marisqueira e saltado para o topo das preferências alfacinhas.

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© Paulo Pires/ Espiral do Tempo

No Ramiro, não há muita preocupação com decoração sofisticada ou soluções arquitetónicas de designer: o que conta mesmo é o essencial — a qualidade da comida, a variedade marisqueira, o ambiente despretensioso que deixa todo o tipo de clientela à vontade (e é por isso que fazemos lá regularmente almoços com a equipa da Espiral, seja em comemorações especiais ou em reuniões de trabalho). Na Rolex, a filosofia não é muito diferente: nada de grandes complexidades mecânicas ou devaneios estéticos, o fundamental é privilegiar aquilo que é mesmo essencial — a qualidade dos materiais, a fiabilidade e a precisão.

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© Paulo Pires/ Espiral do Tempo

A nova linha Oyster Perpetual, desvelada em 2014, personifica bem a política pela qual a Rolex se rege desde sempre e que assenta numa associação técnica que catapultou os seus relógios para o pulso de personalidades de exceção: a combinação Oyster/Perpetual. A caixa Oyster (ostra, o molusco que se fecha hermeticamente na sua concha) surgiu em 1926, apresentando uma inovadora estrutura em que as várias partes vitais surgiam aparafusadas para garantir estanqueidade absoluta; a aposta no conceito de corda automática Perpetual (de funcionamento perpétuo se utilizado regularmente no pulso) em 1931 revolucionou a indústria.

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© Paulo Pires/ Espiral do Tempo

Decidimos ir com dois exemplares Oyster Perpetual até à Cervejaria Ramiro para uma sessão fotográfica muito especial. O lançamento da nova linha incluiu vários mostradores coloridos e a coleção tem sido enriquecida desde 2014 com a adição de várias cores em quatro tamanhos diferentes: 39 mm, 36 mm, 34 mm e 26 mm. A palete inclui o antracite (cinzento ródio), o azul, o bordeaux, o champanhe, o verde oliva, o prateado e o salmão — mas não há todas as cores em todos os modelos. Escolhemos o de 39 mm com mostrador bordeaux (‘red grape’) — Ref. 114300 — e o de 36 mm com mostrador champanhe (‘white grape’) — Ref. 116000 — em honra dos néctares que devem sempre acompanhar as especialidades marisqueiras do Ramiro. Incluindo as ostras, claro.

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© Paulo Pires/ Espiral do Tempo

Porque foi com a caixa Oyster que a Rolex começou a estabelecer o seu império. Desde os seus primórdios que a marca genebrina procurou resolver os problemas de estanqueidade e a travessia a nado de Mercedes Gleitze através do canal da Mancha de relógio no pulso em 1927 provou a todos que essa equação tinha sido solucionada graças à coroa de rosca e à caixa aparafusada. No ano seguinte, os relógios Rolex eram apresentados imersos em água nas montras de relojoarias e joalharias, ficando definitivamente ultrapassado o estigma da vulnerabilidade dos relógios face à água.

Quanto à designação Perpetual, desde muito cedo que a Rolex esteve atenta à conceção de um mecanismo que dispensasse corda manual, bastando um pequeno movimento do pulso para fazer andar o tempo para a frente com a ajuda de um rotor: nascia o movimento perpétuo. O advento dos calibres automáticos dotados de um rotor que girava sobre si mesmo como fonte de energia foi uma autêntica revolução; um relógio dotado de um mecanismo automático estava pronto para funcionar perpetuamente apenas à custa dos gestos do seu utilizador. Para a Rolex, o movimento perpétuo passou também a representar a filosofia pioneira que sempre motivou a companhia a seguir em frente.

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© Paulo Pires/ Espiral do Tempo

Com o estabelecimento do conceito Oyster Perpetual, e sobretudo desde os anos 40, a aparência dos modelos Rolex continuou essencialmente a mesma e esse é precisamente outro dos tais ingredientes do sucesso: a evolução na continuidade, mantendo as principais linhas estéticas e renovando-as de modo quase impercetível ao mesmo tempo que se trabalha continuamente nos aspetos menos visíveis a olho nu. Na Rolex, o característico estilo exterior continua a par da reputação técnica interior na tal busca permanente da excelência que deu fama à marca. E quando a Rolex atinge um aparente estado máximo de evolução, estabelece imediatamente um patamar seguinte de perfeição, permanecendo fiel à sua própria forma de representar o tempo — tanto estética, como tecnicamente.

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© Paulo Pires/ Espiral do Tempo

Na Cervejaria Ramiro, a decoração também pode mudar ligeiramente — mas continua a parecer imutável. O que importa é o marisco fresco que surge nas vitrinas, o que nos aparece no prato e à mesa. Desde as gambas ao lagostim, dos percebes às amêijoas, da santola ao camarão tigre gigante. Com torradas ao lado. E uma boa bebida para acompanhar — cerveja, vinho, espumante ou champanhe.

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© Paulo Pires/ Espiral do Tempo

O Oyster Perpetual 39 mm escolhido evocava o vinho tinto, com o seu mostrador denominado ‘red grape’ em tom bordeaux. É baseado no Oyster Perpetual Explorer, conhecido como ‘o relógio do Evereste’ e que na sua atualização, em 2010, passou de uma caixa de 36 mm para uma de 39 mm com a arquitetura contemporânea da Rolex (asas mais grossas e mais arredondadas), embora a bracelete Oyster tenha um fecho mais básico (o Oysterclasp). É um tamanho que pode perfeitamente ser utilizado por senhoras.

O Oyster Perpetual 36 mm que fotografámos evoca o vinho branco — mas também o champanhe e até a cerveja, com o seu mostrador ‘white grape’ de um amarelado galvanizado. Apresenta a mesma estrutura e proporção do modelo de 39 mm mas num formato menor. E não se pode dizer que seja um tamanho feminino — é mais um tamanho unissexo, para mais havendo tantos homens que não apreciam relógios sobredimensionados e gostam de tamanhos mais clássicos.

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© Paulo Pires/ Espiral do Tempo

Ambos os modelos assentam nos cinco pilares que constituem a base do sucesso da Rolex:
1. Movimento simples e preciso, assentes em calibres próprios categorizados ‘Superlative Chronometer Officially Certified’ por serem certificados pelo Controlo Oficial Suíço de Cronómetros, apresentando tecnologias patenteadas, como a espiral antimagnética Parachrom ou o amortecedor de choques Paraflex.
2. Um design intemporal assente numa caixa redonda Oyster quase sempre acompanhada de uma bracelete metálica (no caso, a Oyster) que faz parte do DNA da Rolex praticamente desde os primórdios da marca que se tornou num clássico, melhorado subtilmente década após década.
3. Excelência de materiais, sendo que ambos os Oyster Perpetual são concebidos em materiais da mais alta-qualidade, desde as componentes dos mecanismos até às ligas metálicas da estrutura exterior; o aço inoxidável 904L é reconhecido pela elevada resistência e facilidade de polimento, sendo geralmente utilizado na indústria química.
4. Bracelete confortável e resistente, solidamente anexada à caixa e de elos maciços entrelaçados para evitar qualquer rutura.
5. Robustez a toda prova, garantida por testes que incidem não só sobre os diferentes componentes e as diferentes etapas de manufatura mas também sobre o produto final.

Enquanto o Oster Perpetual 39 mm tem o Calibre 3132, o Oyster Perpetual 36 mm é alimentado pelo Calibre 3130. Para complementar a garantia de qualidade sobejamente reconhecida nos seus produtos, a Rolex assegura também — a partir deste ano — cinco anos de garantia para cada um dos relógios saídos da sua linha industrial.

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© Paulo Pires/ Espiral do Tempo

Na Cervejaria Ramiro, não há esse tipo de garantia temporal — o que vem para a mesa é mesmo para ser comido e bebido logo que possível. A garantia incide sobretudo na frescura do marisco e num preço condizente com o serviço… ET_simb

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Cervejaria Ramiro

Cervejaria Ramiro
Av. Almirante Reis nº1 – H,
1150-007 Lisboa
Telf. +351 218 851 024
geral@cervejariaramiro.pt
Para mais informações consulte o site oficial: cervejariaramiro.pt

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