2017

Desejos 2018

PONTO de VISTA | Os nossos desejos relojoeiros para 2018

No preciso momento da Passagem de Ano, é hábito comermos 12 passas de uva a que simbolicamente associamos 12 desejos para o novo ano. Em vésperas do primeiro grande evento de apresentação das novidades e numa altura em que já conhecemos alguns modelos e tendências de 2018, desvelamos os nossos desejos relojoeiros  – 12 pensamentos que gostaríamos de ver concretizados nos próximos tempos. Um ou dois não vêm de agora, mas nós somos persistentes e… muito sonhadores.

F.P. Journe_Octa_Quantieme_Perpetuel_Entrada

EM FOCO | F.P.Journe Octa Quantième Perpétuel

Edição impressa | Legibilidade, simplificação e complexidade. Termos que, num relógio como o Octa Quantième Perpétuel, do mestre François-Paul Journe, são, na realidade, uma conjugação de atributos estéticos, conceptuais e mecânicos que raramente encontramos num relógio deste género. Um modelo onde o que observamos sobre o mostrador é um verdadeiro prelúdio à sinfonia mecânica que ocorre mais abaixo. O calibre de corda automática 1300.3 em ouro rosa surpreende não só pela estética, mas também por ser capaz de reduzir a complexidade de um calendário perpétuo de salto instantâneo a apenas 340 componentes.

Bell & Ross Vintage BR V1-92 Military

NOVIDADES | Bell & Ross Vintage BR V1-92 Military

O BR V1-92 Military da Bell & Ross foi lançado este ano e vem integrar a nova geração da coleção Vintage da marca. Como não poderia deixar de ser, o relógio é inspirado na história da aviação e em códigos militares numa caixa de 38,5mm e distingue-se pelo mostrador preto que dá primazia à escala dos minutos.

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NOVIDADES | SIHH 2018: IWC em tempo de jubileu

A IWC está a preparar uma coleção de arromba para celebrar o seu 150º aniversário em 2018 – começando pelo Salon International de la Haute Horlogerie, cuja 28ª edição se realiza dentro de um mês em Genebra. Alguns modelos já foram desvelados, em guisa de aperitivo. Aqui ficam eles…

Pedro Lima

ENTREVISTA | Pedro Lima: para lá do ecrã

Edição impressa | O seu rosto é um dos mais reconhecidos dos ecrãs de televisão portugueses. Sendo ele ator, diria, no entanto, que o que mais o caracteriza enquanto indivíduo, e que o acompanha de criança até hoje – e, digo eu, até quando lhe for possível – é ser um desportista. Não porque se limite a ter praticado desporto toda a vida, mas porque parece ter enraizado o espírito e os valores positivos que normalmente lhe associamos. No pulso, um TAG Heuer, como convém a um desportista. Um TAG Heuer Monaco. Eis um filme possível sobre Pedro Lima, para lá do ecrã.