Agosto 2017

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Diz-me a indispensável Wikipedia, para a qual contribuí recentemente com 10 euros (recomendo vivamente que façam o mesmo), que o chamado “writer´s block” é uma “condição principalmente associada à escrita, na qual um autor perde a sua capacidade de produzir um novo trabalho ou experimenta uma desaceleração criativa”.

Oris Chronoris Date soldad

EM FOCO: Oris Chronoris Date (clássico com um twist)

A Oris lançou o seu primeiro cronógrafo em 1970 – o Chronoris, que, na altura, revelava já formas e cores que antecipavam o estilo relojoeiro predominante nos anos seguintes e que seria reeditado em duas ocasiões, uma em 2002 e outra em 2005. Regressa, agora, uma dúzia de anos depois, em duas variantes: mais um cronógrafo e uma surpreendente reinterpretação de três ponteiros com data, que permite a medição de tempos curtos. O Chronoris Date é o resultado de um belo exercício de design com uma excelente relação preço/qualidade e com muitas referências históricas.

RafaelNadal destaque

PONTO de VISTA: Ora bolas!

  Wimbledon concluiu-se recentemente com a consagração de dois campeões patrocinados pelo cronometrista oficial do torneio. Poucas semanas antes, Roland Garros tinha assistido a uma final entre dois jogadores de relógio no pulso. O circuito de ténis profissional tornou-se num cenário mais ou menos perfeito para muitas marcas relojoeiras ganharem notoriedade e há episódios rocambolescos que merecem ser contados…

© Espiral do Tempo / Susana Gasalho

EM FOCO: Chopard L.U.C Traveler One (classe mundial)

Na sequência do 20.º aniversário da sua manufatura, L.U.C, estabelecida em Fleurier, a Chopard criou dois novos modelos dedicados aos viajantes, com calibres próprios e fusos horários adicionais: o L.U.C GMT One, com segundo fuso horário, e o L.U.C Traveler One, com os 24 fusos mundiais em simultâneo. Dos dois, o Traveler One é o mais sofisticado, sendo mecanicamente mais complexo e esteticamente mais impactante — sobretudo a versão em aço, com maiores contrastes no mostrador. O primeiro worldtimer da Chopard é um elegante viajante de classe internacional.

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A propósito de “Hidden Figures”: quando a (TAG) Heuer também orbitou a Terra

Só há uns dias consegui sentar-me no sofá para ver Hidden Figures e posso avançar com toda a certeza que ainda bem que me sentei no sofá com paz e sossego porque realmente gostei do filme. Mas não estou aqui para falar do filme propriamente dito ou para dizer que gostei muito e que recomendo. Estou aqui só para dizer que o John Glenn que encontramos no filme não usa um stopwatch Heuer como aconteceu na realidade. Pelo menos não dei conta disso ( se alguém deu, agradeço que me informe). É grave? Acho que não. Mas sempre é um bom argumento para relembrar a história de que estamos a falar

GALERIA: a complexidade que guarda o Tourbograph Perpetual Pour le Mérite

No passado mês de janeiro, no SIHH, a A.Lange & Söhne apresentou o Tourbograph Perpetual, o quinto elemento da fabulosa coleção Pour le Mérite. O novo relógio combina cinco complicações, graças a um elaborado movimento composto por 684 componentes. O mecanismo de fuso-corrente assegura a suave transferência de tensão/torque desde a mola principal do tambor de corda até ao balanço que oscila dentro da gaiola rotativa do turbilhão. O cronógrafo rattrapante é controlado através de duas rodas de colunas. Numa configuração idealizada para poupar espaço, o módulo para o calendário perpétuo surge construído à volta do turbilhão. Nesta galeria de imagens, a marca germânica mostra assim a complexidade que está por trás da montagem de um movimento deste calibre.