Paulo Costa Dias

Mario Fernandes, BMW

ENTREVISTA – Mário Fernandes: 100 anos BMW

EdT57 — A Espiral do Tempo gosta de datas redondas, naturalmente, e estas até têm mais encanto nos tempos angulosos em que vivemos. A BMW faz cem anos numa altura em que a revolução bate à porta da indústria automóvel. Justificava-se, portanto, falarmos com o Diretor Geral do Grupo BMW em Portugal, Mário Fernandes, e tentarmos perceber o tanto que vai mudar na nossa mobilidade individual, e como é que uma marca centenária se preparou para o admirável mundo novo automóvel com que nos vamos confrontar brevemente. Mundo esse para o qual ela, BMW, está, decididamente, a contribuir.

Rui Catalão

ENTREVISTA – Rui Catalão: dos automóveis aos relógios

EdT 55 — «Não conheço ninguém que goste de relógios e que não goste de automóveis… e vice-versa» — palavras de Rui Catalão enquanto, sentado no seu 3 Wheeler, olhava com entusiasmo para o relógio que o convidámos a descobrir. Mantendo o espírito de dar voz a quem vibra com o melhor da relojoaria de pulso, resolvemos desafiar um dos representantes da Morgan Cars Portugal a conduzir uma das suas espetaculares máquinas com o espetacular Graham Silverstone RS GMT no pulso. Uma experiência fora de série, relatada na primeira pessoa, e complementada por uma breve entrevista.

Pedro Gadanho

ENTREVISTA | Pedro Gadanho: arquiteto da arte e do tempo

EdT56 — Pedro Gadanho é arquiteto de formação, mas foi no mundo da arte contemporânea que se distinguiu ao ponto de ser convidado para curador de arquitetura contemporânea do MoMA, o Museu de Arte Moderna de Nova Iorque. Regressa a uma Lisboa que o apaixona para dirigir um ambicioso projeto da Fundação EDP — o novo MAAT, Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia. Desta conversa, a dias da inauguração do novo e belíssimo edifício de Amanda Levete, ficámos com a agradável sensação de que este é um daqueles casos, não tão frequentes quanto isso, em que a bota bate com a perdigota.

EdT55_Victoria_Guerra_dest_03

ENTREVISTA | Victoria Guerra: once upon a time…

EdT55 — Há 27 anos, no Algarve, uma espécie de remake da secular aliança luso-britânica gerou uma princesinha com o nome da mais mítica das rainhas britânicas, Victoria, e um sobrenome bélico, Guerra. Entre a participação na série juvenil Morangos com açúcar e a no filme Wilde Wedding, com estreia prevista para 2017 e que volta a reunir Glenn Close e John Malkovich, o percurso da atriz Victoria Guerra tem sido quase tão encantador quanto as interpretações que tem registado de permeio.

Kalaf Epalanga

ENTREVISTA – Kalaf Epalanga: ins and outs de um Epalanga

EdT54 — «O único problema é o tempo» respondeu Kalaf Epalanga ao nosso pedido de entrevista. E foi. Homem de cultura, de várias culturas, reparte-se por múltiplos territórios, geográficos, sonoros ou linguísticos; empenha-se em várias atividades, culturais ou empresariais; move-se em diversos fusos horários. Dificilmente se consegue confiná-lo a um tempo, ou a um espaço, ou ao que seja. Veio de Benguela, Angola, para o mundo, via Lisboa.

Nayma entrevista exclusiva

ENTREVISTA | Nayma: tamos bonito mesmo assim*

EdT44 — O nome Cláudia Carina Branco Lima Rodrigues Mingas nada diz, apesar do apelido sonante. Nayma, diz tudo! A recente celebração dos vinte anos de carreira de uma das mais notáveis manequins que calcorrearam as passerelles portuguesas foi o pretexto para uma conversa cheia de swing que deslizou como as águas do Tejo que passavam perto, se revelou calorosa como a temperatura envolvente, e teve a fluência que só uma pessoa ‘com mundo’ pode proporcionar. Tamos bonito mesmo assim*.

João Garcia

ENTREVISTA – João Garcia

EdT 51 — Para a edição de verão da Espiral do Tempo, dedicada ao tema ‘Explorar’, entrevistámos o reconhecido João Garcia. E hoje, 11 de dezembro, é o Dia Internacional da Montanha, razão mais do que óbvia para voltarmos a destacar a entrevista integral ao alpinista português, bem como fotos magníficas que nos fazem ver o mundo de uma perspetiva muito diferente.

destque copy

ENTREVISTA – António Capela

EdT53 — A capella é um termo de origem italiana — «à capela», em português — que designa o canto sem acompanhamento instrumental. A. Capela, António Capela, e o seu filho Joaquim constroem instrumentos musicais de cordas e são parte de uma dinastia de luthiers que vai na terceira geração. Sendo esta edição sobre o que há em comum entre relojoaria e música, não poderíamos perder a oportunidade de falar sobre um nome que perdura no tempo a produzir instrumentos musicais em Portugal, o da família Capela. Acabámos por descobrir que a atividade de luthier e a de relojoeiro têm muito em comum. A arte, as técnicas e as ferramentas de relojoeiros e de luthiers são de outros tempos e estão razoavelmente inalteradas há séculos. Ambos fazem um trabalho cada vez mais valorizado num tempo cada vez mais tecnológico.

RODRIGO LEÃO PORTRAIT

ENTREVISTA | Rodrigo Leão: relojoeiro de sons

EdT53 — Pode dizer-se que a escolha dos instrumentos, a temporização dos sons, a procura de harmonias nas notas, os arranjos — enfim, a composição de uma música tem muito que ver com a paixão, a dedicação e o detalhe do trabalho de um relojoeiro. Do mesmo modo, como não associar o funcionamento de uma orquestra ao funcionamento de um relógio mecânico? O novo álbum de Rodrigo Leão, O Retiro, é aquilo a que se chama, em relojoaria, uma ‘grande complicação’. Imperdível para quem gosta de ouvir música em silêncio e, também, para quem gosta de a ouvir com tempo.