Histórias

capa espiral 59

EDIÇÃO IMPRESSA: com o verão chega o número 59 da Espiral do Tempo

Com a chegada do verão chega também às bancas mais uma edição da Espiral do Tempo: o número 59, mais precisamente. E sim, são 140 páginas bem frescas, cheias de vida e cheias de histórias, com o novo Rolex Sea-Dweller em grande destaque. ‘Transparência” surge como o fio condutor deste número – um tema abordado segundo os mais diversos ângulos. Para aguçar o apetite deixamos o editorial!

Destaque time square

BASELWORLD 2017: Time Square (vídeo)

Fora da estrutura oficial de Baselworld mas num hotel mesmo ali ao lado, o terceiro andar está sempre reservado para a exposição de várias marcas relojoeiras independentes. Quatro delas uniram-se para formar o espaço Times Square: Moser & Cie, Hautlence, Manufacture Contemporaine du Temps e Romain Jérôme.

DubaiWatchWeek

PONTO de VISTA: Dubai na Suíça?

Ao longo de toda a semana passada, e à medida que ia publicando imagens na minha conta do Instagram sobre os ateliers e manufaturas que visitei na Suíça, entre Genebra e o cantão de Neuchâtel, eram vários os seguidores que me questionavam sobre a razão de ser do “hashtag” #TheRoadToDubaiWatchWeek. A pergunta era pertinente.

Art of Watches Grand Exhibition

AGENDA: Patek Philippe – The Art of Watches Grand Exhibition New York 2017

A Patek Philippe anunciou um dos grandes momentos relojoeiros de 2017: uma mega exposição que irá contemplar notáveis instrumentos do tempo da casa genebrina, oferecendo uma interessante perspetiva da história da marca em particular – com ênfase para peças que pertenceram a colecionadores dos Estados Unidos. Depois de, em 2015, termos marcado presença na Watch Art Grand Exibition, na Saatchi Gallery, em Londres, teremos a honra de estar presentes neste grande evento também.

Raymond Weil

PONTO de VISTA: a Raymond Weil, a Música e o Tempo

Por mais que puxe pela memória não me recordo de a Raymond Weil alguma vez ter abdicado da sua fonte de inspiração baseada no universo da música. Linhas como a Othello ou Parsifal inspiraram-se nas óperas de Verdi e Wagner e transportavam o imaginário de quem adquiria um dos modelos para a tragédia Shakespeariana de um general Mouro em Veneza ou a demanda de um cavaleiro da Távola Redonda pelo Santo Graal.