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BASELWORLD 2017: visita ao Les Ateliers (vídeo)

A principal novidade da edição deste ano de Baselworld foi a criação de um espaço no terceiro andar do edifício principal dedicado às marcas independentes – muitas delas marcas de alta-relojoaria de nicho, mas não só. Pegámos numa GoPro e fomos dar uma volta ao local para vos apresentar as companhias representadas e as pessoas por trás delas.

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ENTREVISTA EXCLUSIVA: Éric Cantona – pisar o risco

EdT58/ Éric Cantona é um dos melhores futebolistas das últimas décadas — mas o seu carisma transcendeu o futebol e tornou-se numa espécie de ícone inconformado, de rebelde transgressor. Também se tornou artista noutros campos. E a Hautlence escolheu a sensibilidade artística do francês atualmente residente em Lisboa para uma parceria relojoeira capaz de personificar o lema da marca: «Cross the Line». Numa entrevista realizada em Cascais, Éric, the King, pisou o risco e deu-nos a conhecer o lado de lá da sua personalidade e dos seus relógios.

Destaque

RECOMENDADO: a semana que passou em destaque (Baselworld, claro!)

A passada semana foi intensa com Baselworld, o grande evento de apresentação das novidades da relojoaria e joalharia. Por isso, é natural que muitos dos meios especializados, e não só, se tenham dedicado a este tão importante momento. Deixamos assim, algumas recomendações de leitura que o ajudarão a perceber Baselworld por outros pontos de vista.

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Espiral do Tempo 58 nas bancas: atitude é o tema desta edição

Foi no arranque de Baselworld que a primeira edição de 2017 da Espiral do Tempo chegou às bancas. E foi precisamente em Baselworld que tivemos a oportunidade de a fotografar nas mãos de Jack Heuer: um grande senhor que acompanhamos há mais de 15 anos e que é o rosto perfeito para anunciar o nosso regresso às edições temáticas: Atitude surge como o grande tema deste primeiro número do ano. Aqui fica o editoral. 

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PONTO de VISTA: revivalismo Oris em viagem ao passado

Baselworld cumpre este ano o seu centésimo aniversário – e o número de modelos de diferentes marcas apresentados ao longo de um século deve atingir seguramente as várias centenas de milhar. Alguns deles são repescados de um passado mais ou menos glorioso para se tornarem num grande sucesso e a moda do neo-vintage está mesmo para ficar. A Oris é das companhias relojoeiras que melhor tem surfado nessa onda.

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Recomendado: gostar de relógios e gostar de Horologia — coisas diferentes

Esta semana resolvemos destacar apenas um artigo, pela força que tem. Porque para muitos, alta-relojoaria significa apenas relógios de preços elevados, e porque há, sem dúvida, uma diferença entre gostar de relógios e gostar de Horologia, convidamos à leitura de um texto que nos mostra que nisto do gostar de relógios, há diversas vertentes. E também há aquilo a que se chama ‘saber um pouco de tudo’. 

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Corrida ao ouro

EdT57 — Metal precioso por excelência, o ouro sempre esteve presente desde os primórdios da relojoaria e mantém-se como material de exceção no universo relojoeiro de prestígio. Mas a sua utilização tem evoluído a par dos progressos técnicos e estéticos das últimas duas décadas no setor — aqui ficam as mais recentes novidades de uma corrida cujo interesse tem redobrado graças ao lançamento de novas ligas, tonalidades e aplicações.