Opinião

Destaque

PONTO DE VISTA: a relevância do papel

Por mais estranho que pareça, propor-me escrever sobre a relevância do chamado ‘print’ na imprensa especializada em relojoaria, quando escrevo estas linhas na edição online da Espiral do Tempo, é um exercício potencialmente contraditório, mas que me parece nestes dias bastante pertinente.

DubaiWatchWeek

PONTO de VISTA: Dubai na Suíça?

Ao longo de toda a semana passada, e à medida que ia publicando imagens na minha conta do Instagram sobre os ateliers e manufaturas que visitei na Suíça, entre Genebra e o cantão de Neuchâtel, eram vários os seguidores que me questionavam sobre a razão de ser do “hashtag” #TheRoadToDubaiWatchWeek. A pergunta era pertinente.

destaque A. Lange & Söhne

PONTO de VISTA: car lovers…

Os italianos são apaixonados por carros. Genuína e intensamente. Em Itália, nasceram alguns dos melhores e mais respeitados construtores de carros do mundo: Maserati, Ferrari ou Lamborghini, para citar apenas alguns, contribuíram em larga medida para o fascínio mundial por carros ‘rápidos’ e muito bem desenhados.

Carisma

PONTO de VISTA: carisma

Há qualidades tangíveis e intangíveis que fazem a diferença. “Carisma” é uma palavra muito utilizada para definir uma personalidade que se destaca — e que também pode servir para caraterizar um relógio.

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PONTO de VISTA: a peculiar ‘Vida nos Leilões’ de relojoaria

É um dos documentários que mais me fascinaram quando era bastante mais novo, e  que tornaram  inesquecível aquela cena em que Sir David Attenborough, escondido atrás de um arbusto, descrevia em sussurros a vida animal que decorria a poucos metros, ignorando a presença do celebrado naturalista. Algumas cenas dos 13 episódios de a Vida na Terra, rodada em 1979, vieram-me à memória durante o fim de semana passado quando tive o privilégio de, mais uma vez, estar na sala, em Genebra, durante os três leilões de primavera das mais importantes casas da atualidade.

Raymond Weil

PONTO de VISTA: a Raymond Weil, a Música e o Tempo

Por mais que puxe pela memória não me recordo de a Raymond Weil alguma vez ter abdicado da sua fonte de inspiração baseada no universo da música. Linhas como a Othello ou Parsifal inspiraram-se nas óperas de Verdi e Wagner e transportavam o imaginário de quem adquiria um dos modelos para a tragédia Shakespeariana de um general Mouro em Veneza ou a demanda de um cavaleiro da Távola Redonda pelo Santo Graal.

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PONTO de VISTA: afinal, qual é a sua tribo?

Se gosta de relojoaria mecânica existe uma boa probabilidade de gostar também de tudo o que envolva motores, o resultado de associarmos engrenagens, óleos, combustíveis (de preferência com um índice de octano elevado), válvulas, pistões, etc, etc… O tipo de pessoa, afinal, a quem os britânicos gostam de chamar de “Petrol head”… cabeça de gasolina… para ser mais preciso!