Grönefeld

Independentes: MB&F

INDEPENDENTES: movimento alternativo

EdT56 — As marcas e os criadores independentes têm vindo a afirmar-se entre as vedetas dos grandes certames relojoeiros ao longo da última década — desde Baselworld ao SalonQP. A partir deste ano, o Salon International de la Haute Horlogerie também lhes abriu as portas. Por que razão são eles tidos em alta estima pela crítica e pelos colecionadores? Como conseguem sobreviver numa conjuntura de recessão dos mercados relojoeiros? Aqui fica o ponto da situação.

GPHG 2016

GPHG 2016: Liberdade, Igualdade, Fraternidade

Em Genebra — O mote da República Francesa pode servir bem para definir a 16.ª edição do Grand Prix d’Horlogerie de Genève — realizado não muito longe da fronteira com a França. Foi a relojoaria suíça que dominou, mas houve alguns intrusos e, sobretudo, viu-se mais uma vez os jovens independentes libertarem-se das suas restrições para se equipararem às históricas manufaturas. A Girard-Perregaux e a Piaget bisaram, mas as melhores histórias da noite tiveram a ver com a reaparição de Jack Heuer, a igualdade promovida por Max Büsser e a fraternidade dos irmãos Gronefeld.

GPHG 2016

GPHG 2016: Ferdinand Berthoud conquista Aiguille d’Or

O Ferdinand Berthoud Chronomètre Ferdinand Berthoud FB 1 foi o grande vencedor do Grand Prix d’Horlogerie de Genève 2016 — ao ter sido ontem distinguido com o Aiguille d’Or. Este relógio está disponível em ouro rosa e cerâmica e em ouro branco e titânio, tendo sido esta última versão a conquistar o galardão. O Chronomètre Ferdinand Berthoud FB está equipado com o Calibre FB-T.FC, movimento de corda manual com fuso corrente para melhor transmissão da força constante e um turbilhão de baixa frequência com grandes dimensões. Mas aqui fica a listagem de todos os vencedores.

Prémios Chronos24

Relógios do Ano: a Leste para começar

Em Varsóvia — A entrada para o derradeiro trimestre arrasta invariavelmente consigo uma plêiade de concursos destinados a estabelecer os melhores relógios do ano. Há várias eleições e múltiplos galardões nos mais diversos quadrantes do planeta e a Espiral do Tempo está associada a algumas iniciativas. Recordamos a da passada semana na Polónia e projetamos as que estão para chegar.

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Segundos mortos: o efeito Lázaro

EdT54 — Não aparenta ter nenhuma utilidade prática, mas o seu funcionamento é fascinante. Os chamados «segundos mortos» antecederam o desenvolvimento do cronógrafo e são hoje uma complicação pouco comum, mas bastante apreciada.

Viajantes no tempo

Viajantes do Tempo

EdT51 — A relojoaria sempre esteve na vanguarda da exploração — tanto no acompanhamento de expedições que desbravaram novas fronteiras como no desbravamento de novas soluções técnicas na arte de medir o tempo. Mas houve muitos protagonistas históricos e fundadores de marcas relojoeiras que foram ainda mais além, assumindo eles próprios o papel de pioneiros, colonos e povoadores.

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SalonQP: sétima maravilha

Em Londres — A sétima edição daquele que se tornou no mais relevante certame relojoeiro do Reino Unido bateu vários recordes — e confirmou uma vez mais ser uma exposição a não perder pelos aficionados. Vale a pena passar três dias de novembro na Saatchi Gallery porque, de certa maneira, o SalonQP até consegue ser melhor do que os incontornáveis Baselworld e SIHH. Porquê? Aqui fica a nossa reportagem.