Hublot

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Galeria: alguns relógios que nos mostram que as caveiras andam aí…

  A caveira é um símbolo associado ao tempo desde sempre — por nos recordar a nossa própria mortalidade num ‘memento mori’ que, num relógio, equivale a dizer que o tempo é mesmo precioso. Embora por vezes tenha algumas conotações negativas, a caveira também se apresenta como um motivo explorado de maneira positiva na arte e na moda contemporâneas; a sua aplicação tornou-se recorrente na alta-relojoaria e algumas das marcas até se especializaram no tema. Aqui ficam alguns exemplos…

A. Lange & Söhne 1815 Tourbillon

Galeria: Sentido figurado

EdT57 — Quando encaramos um relógio de pulso pela primeira vez há sempre elementos visuais que se destacam; mas, depois, à medida que vamos contactando mais com esse relógio, à medida que o vamos conhecendo, acabamos por encontrar outros aspetos — de ordem estética ou técnica — que o traduzem enquanto instrumento do tempo. Foi com esta ideia em mente que avançámos para as fotografias que se seguem. O nosso objetivo: sintetizar com uma característica (apenas uma) um relógio selecionado. O resultado: uma espécie de jogo de relação entre relógios e objetos. Serão estas relações tão óbvias para o leitor, como o são para nós?

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Crónica Economia: «Deuses do desporto no Olimpo dos relógios»

EdT56 — O que é que têm em comum nomes como Roger Federer, Ana Ivanović, Andre Agassi, Lewis Hamilton, Usain Bolt, Maria Sharapova ou David Beckham? Deuses do desporto foram ou têm sido, ao longo dos anos, as faces da longa paixão entre a indústria da relojoaria e os courts, os relvados ou as pistas de corrida, os mares onde evoluem grandes iates ou os campos de polo. Relógios e desporto tornaram-se irmãos de sangue, inseparáveis.

TAG Heuer Carrera Connected

Crónica: «Ir ao bolso»

EdT56 — Mais um mito do eterno retorno: antes, para se ver as horas era necessário recorrer aos relógios de bolso; agora, a nova geração também vai ao bolso para ver as horas no seu smartphone. Poderão os novos smartwatches inverter essa tendência? A relojoaria tradicional agradece…

Hublot e Ferrari

Ferraris para o pulso

EdT52 — A indústria automóvel está pejada de escuderias de prestígio que se tornaram poderosas marcas à escala global. Mas há uma marca que sobressai particularmente: a Ferrari continua a capturar o imaginário dos aficionados como nenhuma outra — e também o dos relojoeiros. Após várias associações nas últimas décadas, a parceria com a Hublot parece estar para durar.

King Power Oceanographic. © Paulo Pires/ Espiral do Tempo

Galeria: King Power Oceanographic 1000

Tivemos recentemente a oportunidade de fotografar o poderoso King Power Oceanographic da Hublot. Equipado com movimento automático e com uma impressionante caixa de 48 mm, o relógio distingue-se por estar preparado para enfrentar o mundo das altas profundidades, até 1000 metros. Horas, minutos, pequenos segundos, cronógrafo e data distinguem-se claramente no mostrador preto. Uma edição limitada a 200 exemplares que pode descobrir na galeria desta semana.

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Galeria: cores e mais cores

Em pleno verão, nada como dar uma vista de olhos ao portefólio das marcas na busca de modelos bem coloridos. E é isso mesmo que temos andado a encontrar nos últimos tempos: relógios de pulso de cores vivas, com diferentes personalidades e adequados aos mais diversos momentos. Uma questão de escolha e de estado de espírito.

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Baselworld 2016/ Bloco de Notas

Em Basileia — À entrada para o fim-de-semana e ao cabo de três intensos dias, já é possível descortinar algumas tendências e salientar vários acontecimentos que marcaram o arranque de mais uma edição do maior certame relojoeiro mundial. Aqui ficam as primeiras notas da edição de 2016 de Baselworld, com algum humor e polémica à mistura.