Tudor

A nossa escolha

Baselworld 2017: a nossa escolha do dia 1

Baselworld abriu hoje as portas ao público em geral, mas na verdade o evento arrancou ontem com um dia  dedicado em exclusivo à imprensa. E, com seria de esperar, há muita euforia, muitas novidades e muito para contar. Aqui fica assim uma seleção da equipa da Espiral do Tempo alguns dos modelos que mais nos chamaram a atenção neste primeiro momento do maior evento da relojoaria. 

destque

Baselworld 2017: Tudor Black Bay – mais um mergulho na história

A Tudor tem conseguido notáveis exercícios de estilo na adaptação de códigos estéticos do seu passado a uma coleção actual de inspiração vintage. Estreada com o Heritage Chronograph (em 2010) e incluindo ainda o Heritage Advisor (2011), essa linha surge em todo o seu esplendor estilístico no Heritage Black Bay – cuja família nascida em 2012 acaba de ser enriquecida com mais versões de três ponteiros e sobretudo um novo cronógrafo automático.

Tudor North Flag

Galeria: Tudor North Flag

EdT54 — A Tudor continua a vincar a sua estratégia com o lançamento de produtos dotados de grande personalidade, graças a uma estética bem pensada. O North Flag segue essa linhagem que tão relevante se tem mostrado desde o lançamento da linha Heritage, em 2010, mas apresenta um valioso trunfo suplementar: é o primeiro relógio da marca dotado de um movimento de manufatura. Além da importância mecânica, apresenta também uma estética inédita com inspiração no passado que reforça a sua personalidade de instrumento de precisão. Veja as fotos que complementam a análise publicada na edição de primavera 2016 da Espiral do Tempo.

GPHG 2016

GPHG 2016: Liberdade, Igualdade, Fraternidade

Em Genebra — O mote da República Francesa pode servir bem para definir a 16.ª edição do Grand Prix d’Horlogerie de Genève — realizado não muito longe da fronteira com a França. Foi a relojoaria suíça que dominou, mas houve alguns intrusos e, sobretudo, viu-se mais uma vez os jovens independentes libertarem-se das suas restrições para se equipararem às históricas manufaturas. A Girard-Perregaux e a Piaget bisaram, mas as melhores histórias da noite tiveram a ver com a reaparição de Jack Heuer, a igualdade promovida por Max Büsser e a fraternidade dos irmãos Gronefeld.

GPHG 2016

GPHG 2016: Ferdinand Berthoud conquista Aiguille d’Or

O Ferdinand Berthoud Chronomètre Ferdinand Berthoud FB 1 foi o grande vencedor do Grand Prix d’Horlogerie de Genève 2016 — ao ter sido ontem distinguido com o Aiguille d’Or. Este relógio está disponível em ouro rosa e cerâmica e em ouro branco e titânio, tendo sido esta última versão a conquistar o galardão. O Chronomètre Ferdinand Berthoud FB está equipado com o Calibre FB-T.FC, movimento de corda manual com fuso corrente para melhor transmissão da força constante e um turbilhão de baixa frequência com grandes dimensões. Mas aqui fica a listagem de todos os vencedores.

Aquaracer 300M Calibre 5 Automatic Watch Ceramic Bezel

Água à vista

EdT55 — Num país virado para o oceano e cuja história assenta em proezas ultramarinas, os meses de verão assistem a um assalto à orla marítima e à proliferação de atividades náuticas. Mas quais os relógios a utilizar na praia, no barco, na marina, no mar ou debaixo dele? A água, os mares e os oceanos permanecem uma inesgotável fonte de inspiração técnica e estilística para a relojoaria mecânica tradicional.

Tudor North Flag

North Flag: científico e instrumental

EdT54 — A Tudor continua a vincar a sua estratégia com o lançamento de produtos dotados de grande personalidade, graças a uma estética bem pensada. O North Flag segue essa linhagem que tão relevante se tem mostrado desde o lançamento da linha Heritage, em 2010, mas apresenta um valioso trunfo suplementar: é o primeiro relógio da marca dotado de um movimento de manufatura. Além da importância mecânica, apresenta também uma estética inédita com inspiração no passado que reforça a sua personalidade de instrumento de precisão.

1919 Collection Datetimer

Design integrado: o advento do relógio moderno

EdT54 — A década de 70 foi talvez a mais revolucionária da segunda metade do século XX. E foi também uma década marcante na história da relojoaria: para além de a chamada ‘crise do quartzo’ ter quase arruinado a relojoaria mecânica tradicional, foi também nesse período que se assistiu à mais exuberante variação de estilos e ao advento do relógio moderno — personificado pelo design integrado de vários modelos que se tornaram ícones. Alguns deles foram recentemente atualizados ou receberam uma nova ramificação em 2016.

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Tendência: bronzeados

Estamos em ano olímpico e há aparentemente muitas marcas a quererem ganhar medalhas de bronze. Como a Tudor, com o seu novo Black Bay. Ou a Oris, com versões do seu Diver Sixty-Five. E até a Porsche Design, uma marca moderna com pendor para materiais e estéticas vanguardistas, escolheu o tom desse metal para um novo modelo em titânio — o que é simultaneamente aliciante e contraditório, porque o bronze ganha patina e oferece um visual que se torna gradualmente mais antigo. Entre novidades e não só, descubra alguns modelos que seguem esta tendência.