Tudor

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TENDÊNCIA: trabalhar para o bronze

EdT 59/ Os relógios em bronze não constituem particular novidade, mas passaram a ser mainstream a partir do momento em que a Panerai lançou a primeira edição do seu Bronzo — hoje em dia, já vai na terceira e, entretanto, várias outras marcas de renome adotaram um material que tem acompanhado a história da Humanidade nos últimos quatro milénios, e que, aquando do seu advento, se tornou tão relevante que mereceu uma era batizada com o seu nome. Estaremos nós na Idade do Bronze na relojoaria?

© Espiral do Tempo

Em FOCO: Tudor Heritage Black Bay 36

Desde que foi lançado que olho para o Heritage Black Bay 36 naquele misto desconfiado do convencida/ não convencida. E esteve mesmo em cima da mesa por diversas vezes nas discussões editoriais. Mas foi preciso um ano e foi preciso a Tudor apresentar uma nova versão com caixa de 41 mm para finalmente o convidarmos a passar uns dias connosco. Posto isto, a pergunta que se coloca é só uma: porque adiámos este momento por tanto tempo?

A nossa escolha

BASELWORLD 2017: a nossa escolha do dia 1

Baselworld abriu hoje as portas ao público em geral, mas na verdade o evento arrancou ontem com um dia  dedicado em exclusivo à imprensa. E, com seria de esperar, há muita euforia, muitas novidades e muito para contar. Aqui fica assim uma seleção da equipa da Espiral do Tempo alguns dos modelos que mais nos chamaram a atenção neste primeiro momento do maior evento da relojoaria. 

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BASELWORLD 2017: Tudor Black Bay – mais um mergulho na história

A Tudor tem conseguido notáveis exercícios de estilo na adaptação de códigos estéticos do seu passado a uma coleção actual de inspiração vintage. Estreada com o Heritage Chronograph (em 2010) e incluindo ainda o Heritage Advisor (2011), essa linha surge em todo o seu esplendor estilístico no Heritage Black Bay – cuja família nascida em 2012 acaba de ser enriquecida com mais versões de três ponteiros e sobretudo um novo cronógrafo automático.

Tudor North Flag

Galeria: Tudor North Flag

EdT54 — A Tudor continua a vincar a sua estratégia com o lançamento de produtos dotados de grande personalidade, graças a uma estética bem pensada. O North Flag segue essa linhagem que tão relevante se tem mostrado desde o lançamento da linha Heritage, em 2010, mas apresenta um valioso trunfo suplementar: é o primeiro relógio da marca dotado de um movimento de manufatura. Além da importância mecânica, apresenta também uma estética inédita com inspiração no passado que reforça a sua personalidade de instrumento de precisão. Veja as fotos que complementam a análise publicada na edição de primavera 2016 da Espiral do Tempo.

GPHG 2016

GPHG 2016: Liberdade, Igualdade, Fraternidade

Em Genebra — O mote da República Francesa pode servir bem para definir a 16.ª edição do Grand Prix d’Horlogerie de Genève — realizado não muito longe da fronteira com a França. Foi a relojoaria suíça que dominou, mas houve alguns intrusos e, sobretudo, viu-se mais uma vez os jovens independentes libertarem-se das suas restrições para se equipararem às históricas manufaturas. A Girard-Perregaux e a Piaget bisaram, mas as melhores histórias da noite tiveram a ver com a reaparição de Jack Heuer, a igualdade promovida por Max Büsser e a fraternidade dos irmãos Gronefeld.

GPHG 2016

GPHG 2016: Ferdinand Berthoud conquista Aiguille d’Or

O Ferdinand Berthoud Chronomètre Ferdinand Berthoud FB 1 foi o grande vencedor do Grand Prix d’Horlogerie de Genève 2016 — ao ter sido ontem distinguido com o Aiguille d’Or. Este relógio está disponível em ouro rosa e cerâmica e em ouro branco e titânio, tendo sido esta última versão a conquistar o galardão. O Chronomètre Ferdinand Berthoud FB está equipado com o Calibre FB-T.FC, movimento de corda manual com fuso corrente para melhor transmissão da força constante e um turbilhão de baixa frequência com grandes dimensões. Mas aqui fica a listagem de todos os vencedores.