Zenith

Ana Freitas

ENTREVISTA | Ana Freitas: Esta Mulher é do Norte

Edição impressa |  J. Borges Freitas é um nome incontornável no setor relojoeiro em Portugal. Dos 75 anos de vida da empresa, há bem mais de metade que representa uma das mais icónicas marcas relojoeiras suíças, a Zenith. Ana Freitas está à frente da empresa há mais de meia dúzia de anos pelo que se justificava falarmos com ela sobre o mercado e os seus desafios, sobre relógios, joias e sobre associativismo. Uma visão lúcida de uma mulher dinâmica, um modelo que tradicionalmente associamos ao empresário do norte.

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NOVIDADES | Defy Lab: revolução em grupo

O evento organizado na sede da Zenith, em Le Locle, foi muito para além da apresentação de um novo e revolucionário sistema oscilador responsável pelo movimento mecânico mais preciso jamais produzido – foi sobretudo uma demonstração de pujança técnica do pólo relojoeiro do grupo LVMH.

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HISTÓRIAS | Trabalhar para o bronze

EdT 59/ Os relógios em bronze não constituem particular novidade, mas passaram a ser mainstream a partir do momento em que a Panerai lançou a primeira edição do seu Bronzo — hoje em dia, já vai na terceira e, entretanto, várias outras marcas de renome adotaram um material que tem acompanhado a história da Humanidade nos últimos quatro milénios, e que, aquando do seu advento, se tornou tão relevante que mereceu uma era batizada com o seu nome. Estaremos nós na Idade do Bronze na relojoaria?

A nossa escolha

NOVIDADES | Baselworld 2017: a nossa escolha do dia 1 (Oris, Patek Philippe, Tudor, Zenith)

Baselworld abriu hoje as portas ao público em geral, mas na verdade o evento arrancou ontem com um dia  dedicado em exclusivo à imprensa. E, com seria de esperar, há muita euforia, muitas novidades e muito para contar. Aqui fica assim uma seleção da equipa da Espiral do Tempo alguns dos modelos que mais nos chamaram a atenção neste primeiro momento do maior evento da relojoaria. 

Ulysse Nardin Classico Amerigo Vespucci

HISTÓRIAS | Tempo e narrativa

EdT51 — Mostradores que evocam viagens históricas, caixas que replicam texturas de paragens exóticas e fundos que relatam façanhas exploratórias ou que retratam protagonistas da conquista. Os métiers d’art transformam alguns relógios em verdadeiros livros de aventuras. Neles, os grandes feitos ganham uma nova vida e as histórias que narram transformam-se em arte.