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Pirelóforo: uma invenção portuguesa, com certeza

Já ouviu falar do Pirelóforo? Talvez sim ou talvez não. Mas, independentemente da sua resposta, recomendamos a leitura de um artigo dedicado a esta máquina inventada por um português e que, no início do século XX, era capaz de fundir todas as rochas e metais, atingindo na sua versão final os 3800 graus.

O artigo que hoje recomendamos é da autoria de Nuno Margalha, colaborador da Espiral do Tempo, e pode ser lido na íntegra no site do recém-fundado Instituto Português de Relojoaria. Em causa está o Pirelóforo, uma máquina capaz de fundir todas as rochas e todos os metais existentes, apenas com energia solar. Esta máquina foi apresentada e premiada em 1904 na Exposição Universal de St.Louis, nos Estados Unidos. O seu inventor foi o Padre português Himalaya (Manuel António Gomes) originário de Cendufe.

O aparelho assentava «num complicado mecanismo de relojoaria que permitia que toda a estrutura acompanhasse o movimento do sol ao longo de todo o dia, tal como a posição da caixa em relação aos refletores», explica-se no artigo que recomendamos, e «era constituído por um conjunto de espelhos em forma de parabólica que reflectiam a luz para um único ponto, numa caixa/forno, onde se colocavam os elementos para fundir». Mas a genialidade da invenção de Himalaya fez com que fosse bastante cobiçada, acabando mesmo por ser roubada…

No entanto, por aqui não vamos contar mais… Para ficar a conhecer em detalhe a fascinante história desta máquina incrível, recomendamos mesmo uma visita ao site do Instituto Português de Relojoaria. Uma forma de viajar no tempo, com direito a informação detalhada, devidamente ilustrada com imagens que ajudam a perceber um pouco melhor as especificidades técnicas e objetivos do Pirelóforo.

Além disso, vai poder ainda ter acesso à bibliografia e fontes que suportaram a investigação do artigo.

Uma nota: se souber mais sobre o Pirelóforo, pode entrar em contacto com o autor do texto e contribuir assim para uma melhor divulgação desta invenção.

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