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Trevor Immelman: o embaixador da Rolex na primeira pessoa

Trevor Immelman foi um dos embaixadores da Rolex presentes no Portugal Masters, que decorreu no passado mês de outubro no Dom Pedro Victoria Golfe Course, em Vilamoura. No âmbito do evento, que tem precisamente a Rolex como official timekeeper e como um dos  principais patrocinadores, foi organizada uma mesa redonda, no espaço VIP da marca, com o golfista sul-africano que conquistou o Masters Augusta em 2008. 

O desporto, em diferentes modalidades de prestígio, sempre foi uma das áreas da comunicação da Rolex, mas há algumas modalidades em particular que têm uma longa ligação à marca genebrina e que têm beneficiado dessa associação desde há mais de cinco décadas. Entre elas, encontra-se o golfe.

A ligação entre a Rolex e o golfe é muito particular e estabelecida ao mais alto nível: está bem patente no British Open, no Masters de Augusta, no US Open, nos cinco Majors femininos, na Ryder Cup e na Presidents Cup. Individualmente, patrocina há mais de 40 anos os chamados Três Grandes – Jack Nicklaus, Arnold Palmer e Gary Player – e a lendária Annika Sörenstam. Entre as vedetas mais contemporâneas, a Rolex inclui no seu lote de campeões-embaixadores Tiger Woods, Phil Mickelson, Jordan Spieth, Jason Day, Rickie Fowler e Lydia Ko. Mas a cumplicidade também se estende ao golfe amador (British Amateur Championship e US Amateur Championship) e a entidades federativa, como a Federação Portuguesa de Golfe.

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Trevor Immelman no Portugal Masters 2019. © Rolex

Aliás, a marca da coroa tem presença bem marcada, enquanto patrocinadora e official timekeeper do Portugal Masters, uma prova que integra o European Tour e que, em 2019, aconteceu no passado mês de outubro no Dom Pedro Victoria Golfe Course, em Vilamoura. Neste grande evento desportivo, participaram diversos embaixadores da Rolex, nomeadamente Trevor Immelman, que conquistou o Masters Augusta, no Texas, em 2008, e que, este ano, no Portugal Masters, terminou o torneio na 63ª posição, com uma tacada abaixo do par nos três dias de competição. Para trás, tinha ficado o Open de França no qual esteve à beira do top ten.  Trevor Immelman é embaixador da Rolex há já 17 anos e foi  precisamente no espaço VIP da marca, no Portugal Masters, que tivemos a oportunidade de saber mais sobre o golfista sul-africano. Eis algumas das suas considerações:

A propósito da relação com a Rolex

«Esta é a minha 20ª temporada como profissional. Tornei-me profissional em julho de 1999, aqui no European Tour, e andei por todo o mundo. Tenho vivido nos Estuados Unidos nos últimos sete ou oito anos, mas uma grande parte da minha carreira tem sido como embaixador da Rolex, o que tem sido uma honra, das mais diversas formas. Primeiro, pelas pessoas que tive a oportunidade de conhecer,  a longo dos anos e em todo o mundo. Na verdade, é mais como uma família  do que qualquer outra coisa. Criou-se realmente uma relação de longa duração; por outro lado, pela forma como a Rolex faz negócio, em que a qualidade do trabalho artesanal, do produto,  fala por  si só; mas, ao mesmo tempo, impressiona-me o modo como a marca se envolve nas mais diversas iniciativas em todo o mundo. E ser uma pequena parte desta família tem sido algo muito especial durante a minha carreira e tenho muito orgulho em fazer parte deste mundo.»

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A Rolex no Portugal Masters 2019.© Cesarina Sousa/ Espiral do Tempo

A Rolex e o golfe

«Se olharmos para os maiores eventos de golfe, os maiores campeonatos, a Rolex tem a sua posição e impressões digitais em todas. É uma parceira gigante no mundo do golfe e, se tivermos de falar apenas do European Tour, deve ser um dos parceiros mais valiosos. A invenção do Rolex Series foi fantástica para nós como jogadores e membros do tour. É  algo pelo qual devemos ficar muito agradecidos. Sem a Rolex não seria possível. O golfe profissional está por todo o mundo, e quer sejam embaixadores da Rolex ou não, todos têm perfeita noção da importância que a Rolex tem na modalidade. O golfe e a Rolex regem-se por aspetos comuns: integridade, desportivismo, alta qualidade, lugares fantásticos. A Rolex e o golfe combinam tão bem  e estão juntos há muito tempo, começando por Arnold Palmer, Jack Nicklaus e Gary Player. Se olharmos para algumas destas fotografias que estão expostas de todos os jogadores ao longo dos anos — das gerações anteriores às mais recentes —, dá perfeitamente para ver que foi criada uma fórmula fantástica.»

Qualidades de um golfista

«De certa forma, é preciso ter memória curta porque passamos 98/ 99 por cento das nossas carreiras a perder. É preciso ser capaz de aceitar a derrota e a rejeição. Nos outros desportos não é propriamente a mesma coisa porque, muitas vezes, os melhores jogadores, seja no futebol ou basebol ou qualquer outro desporto, congregam uma equipa e assim ganham a maioria dos jogos. No golfe, na maior parte das vezes, estamos isolados, entregues a nós próprios. Muito como no boxe. Temos de aprender a levar pancada, a cair e arranjar uma forma de nos levantarmos de novo. Muitos dos jogadores profissionais fecham-se em si mesmos porque foi a forma de se adaptarem a esta forma de vida. Sempre achei interessante assistir a outros desportos, como o basebol, por exemplo. E vêm-se as fotos de jogadores a quem se paga para jogarem por uma equipa. Podem lançar as bolas várias vezes e estarem no dia mau e o treinador chama-os e entra outro jogador. No golfe, não posso pedir a ninguém para me substituir. Dedicação, perseverança, persistência é tudo. Ou quase tudo. Não se trata apenas de um jogo mental porque reduz-se nesse ponto a habilidade e o tempo que os jogadores investem para serem realmente bons. Desde os meus cinco anos que dedico a minha vida a jogar golfe, por isso, dizer que é um jogo mental deixa de parte a quantidade de horas que lhe tenho dedicado. O golfe é como uma grande piza composta por fatias como fitness, força mental, técnica, mas também pelo nosso manager, o nosso caddie, os nossos patrocinadores. Todos estes elementos são fundamentais e é necessário estar constantemente a encontrar uma forma de os manter reunidos. É isto que os melhores jogadores fazem.»

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Durante a mesa redonda no espaço VIP da Rolex, Trevor Immelman usou um Yacht-Master 40 em Everose. © Rolex

A evolução do golfe

«Nós fomos apanhados no meio porque aprendemos a jogar e a adquirir a nossa habilidade com os equipamentos antigos e de repente tudo começou a mudar drasticamente. Agora vemos as novas gerações que aprendem a jogar com novos dispositivos eletrónicos e novos equipamentos feitos de novos materiais e a verdade é que se trata de um swing completamente diferente porque as pessoas começaram a compreender a melhor forma de lançar a bola de golfe, bem como a melhor forma de maximizar a distância. As novas gerações aprendem assim a jogar com este equipamento e adquirem as suas habilidades com ele, logo é o que conhecem. É como se fizesse parte deles. E julgo que é por isso que os novos jogadores começam a jogar tão bem tão rapidamente. A maioria dos golfistas que se tornaram profissionais demoraram cerca de quatro cinco anos até lá chegarem. Agora, os jovens tornam-se profissionais em semanas – os novos equipamentos permitem acelerar o caminho até alcançarem um nível extremamente elevado. É realmente impressionante. Muitos dos jovens já nascem com esta habilidade neles, mas os novos dispositivos radio, por exemplo, garantem feedback imediato, permitindo uma aprendizagem extremamente rápida.»

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Portugal Masters 2019 © Cesarina Sousa/ Espiral do Tempo

O golfe e o tempo

«No golfe, há regras que indicam o tempo que se dedica a cada tacada. Agora, se cada tacada é controlada a todos os momentos do dia, a resposta é não. Para os golfistas casuais, que são a grande maioria, jogar golfe trata-se de usufruir do momento, da natureza, do bom tempo, do court, mas no golfe profissional o tempo é importante e vê-se constantemente os árbitros,  que têm exata atenção ao tempo que se demora a percorrer o campo, porque há uma grande possibilidade de os últimos grupos correrem o risco de já não apanharem a luz do Sol. Portanto, é importante manter o ritmo seguindo o grupo da frente de modo a garantir que se consegue completar todo o campo.»

Os relógios e o Yacht-Master 40 em Everose

«Fui eu que escolhi o relógio que estou a usar hoje: [o Yacht-Master 40 em Everose] . Tenho a sorte de ser embaixador há já muito tempo, tenho peças muito bonitas, como o Explorer II, mas este que uso é especial porque foi a primeira vez que este tipo de bracelete foi apresentada. Tem um estilo muito desportivo e sim, acho que é absolutamente maravilhoso. Tenho o privilégio de ter reunido algumas peças icónicas, pelo que os meus filhos vão ter muita sorte com esta herança.»

Visite o site oficial da Rolex para mais informações.

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