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Leituras da semana (a ressonância com a Armin Strom, o Tudor ‘Big Block’ e os embaixadores…)

O título que escolhemos (mesmo que entre parêntesis) para as nossas sugestões  da semana não esconde nada. Três artigos, três sites obrigatórios, três temáticas fascinantes: o princípio da ressonância aplicado pela Armin Strom no Pure Resonance, o modo como os embaixadores podem ou não representar uma mais-valia para as marcas e o ‘Big Block’ enquanto modelo menos conhecido da Tudor. 

1. What is a Resonance mechanism with Armin Strom

A aplicação do fenómeno da ressonância no âmbito da relojoaria de pulso não é de agora e é mesmo impossível não mencionar o mestre F.P.Journe e o seu Chronomètre à Résonance que conta já com alguns anos de existência. Mas é a propósito do lançamento do Pure Resonance pela Armin Strom, no início deste ano, que recuperamos o fenómeno da ressonância, graças a uma excelente e elucidativa reportagem pela parte da Watches TV – que foi até Biel visitar os ateliers da marca para Claude Gieser, diretor, ajudar a perceber as especificidades associadas ao novo modelo. Na Watches TV.

2. Watch Brand Ambassadors – Does it work?

De vez em quando, a temática dos embaixadores das marcas emerge da panóplia dos múltiplos temas possíveis de abordar em relojoaria. Em causa estão as personalidades que as marcas escolhem para associar aos seus produtos e veicular as suas mensagens. Neste artigo, a reflexão passa pela lógica associada a esta relação: será que os embaixadores contribuem para promover a marca de tal forma que potencia mais vendas? Ou será que as pessoas reais, nem sempre estrelas e que são verdadeiros consumidores de relógios, acabam por ter mais influência? Um artigo que aborda questões interessantes, de marketing, de comunicação, mas também do mundo real. No site Fratello Watches.

3. The Tudor “Big Block”

Há duas semanas, recomendámos um artigo dedicado ao Tudor Fifty-Eight, e hoje regressamos à marca porque, por acaso, nos cruzámos com um artigo dedicado ao Tudor dito ‘Big Block’. A verdade é que, de há uns tempos para cá, a Tudor tem sido mais sinónimo de Black Bay do que de qualquer outro modelo, mesmo que saibamos que a sua coleção é muito variada. Mas, neste caso, voltamos atrás no tempo para destacar aquele que surgiu como a terceira série de cronógrafos da marca. Lançado em 1976, distingue-se dos anteriores cronógrafos da Tudor pelos três contadores, como resultado da introdução do movimento automático, numa inovação que fez deste modelo o primeiro cronógrafo com movimento automático do grupo Wilsdorf. Mas para saber mais, recomendamos a leitura sossegada do artigo no site da Revolution.

Uma boa semana!

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