A Raymond Weil está a celebrar 50 anos com uma exposição itinerante que destaca 50 relógios fundamentais na coleção da marca. Elie Bernheim, atual CEO, irá deslocar-se assim a diferentes cidades para apresentar estas peças incontornáveis.
A Raymond Weil é uma marca relativamente recente, comparando com outras marcas de relógios. Ainda assim, celebra 50 anos em 2026. Meio século de vida pautado por lançamentos incontornáveis, um percurso rico em parcerias e surpresas, uma devoção às artes, sobretudo ao mundo da música, uma especial ligação a Portugal e a vontade de seguir sempre em frente com curiosidade pelo mundo o que levou à expansão internacional da marca desde o início.

Agora a marca genebrina, no âmbito desta data especial, está a organizar uma exposição itinerante que revisita 50 modelos incontornáveis do seu portefólio. Relógios que, de certa forma, moldaram a sua história. Elie Bernheim, atual CEO e neto do próprio Raymond Weil, irá acompanhar a exposição e apresentar pessoalmente os modelos em destaque: «Cada peça conta uma história, oferecendo um vislumbre da criatividade, independência e paixão que nos guiaram desde o início», refere Elie Bernheim na sua página oficial de Instagram.
Esta iniciativa designa-se The Legacy Tour e contempla para já cidades como Genebra, Hong Kong, Londres e Tóquio.

A Raymond Weil tem uma página oficial dedicada à exposição, na qual é possível descobrir os modelos em destaque, com o mais antigo a remontar a 1977. Por outro lado, os interessados podem acompanhar o percurso através das redes sociais da marca e do próprio perfil oficial de Instagram do CEO.
«A Legacy Tour celebra as conquistas de três gerações e um legado construído com base na criatividade e na paixão. Partilhar estas 50 peças icónicas com entusiastas de relógios de todo o mundo permite-nos honrar a nossa herança, celebrar os nossos marcos e abrir caminho para o próximo capítulo da nossa história», explica ainda o CEO na comunicação oficial do site da empresa familiar independente sediada em Genebra há três gerações.

A coleção que vai viajar pelo mundo foi cuidadosamente curada de forma a destacar marcos e lançamentos importantes, bem como criações que definiram a identidade da marca. Trata-se assim de uma espécie de museu que nos permite compreender melhor a história e o enquadramento da coleção. Os modelos estão organizados por épocas, com a categoria Vintage (década de 1970) como ponto de partida. Nesta estão incluídos exemplares representativos do período pré-Amadeus, o primeiro relógio da Raymond Weil a ter um nome. Depois, acompanha-se um percurso bem rico que nos mostra não apenas a ligação e diversificação da coleção, mas, acima de tudo, a sua evolução rumo aos tempos de hoje.

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