fbpx
Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Quinquagenários: o Monaco e o Chronomatic/Calibre 11

Foi há precisamente meio-século, no dia 3 de março de 1969, que um consórcio formado por algumas marcas especializadas em cronógrafos apresentou – em conferências de imprensa simultaneamente realizadas em Genebra e Nova Iorque – um revolucionário movimento cronográfico automático. Simultaneamente uma das marcas desse consórcio, a Heuer, introduzia um cronógrafo de caraterísticas nunca antes vistas: o Monaco. Isto no meio de uma corrida tripartida que ficou para a lenda da relojoaria…

Máquina do tempo: 3 de março de 1969. Há exatamente 50 anos, o mundo ficava a conhecer simultaneamente o novo calibre cronográfico automático Chronomatic e o cronógrafo quadrilátero Monaco – na sequência de uma fascinante história que teve outros protagonistas indiretos e que proporcionou alguns dos mais emblemáticos relógios de sempre. Mas para contar a história do Chronomatic e, consequentemente, do Monaco (que já estão a ser celebrados online com os hashtags #chronomatic50 e #monaco50), é necessário recuar ainda mais no tempo…

Monaco © TAG Heuer
A celebrar as suas Bodas de Ouro: a reedição Monaco Calibre 11 inspirado no original de 1969 com o calibre Chronomatic de corda automática © TAG Heuer

A popularização do relógio automático aconteceu sobretudo a partir da década de 50 e começou a ganhar grande relevância no início dos anos 60 – de tal modo que os relógios de corda manual passaram a ser considerados ultrapassados. Hoje em dia, e na sequência do renascimento da relojoaria tradicional após a crise do quartzo, encaram-se os movimentos de corda manual e corda automática como sendo equivalentes com princípios mecânicos diferentes e a maior parte das obras-primas da relojoaria nas últimas duas décadas até assentam em calibres de corda manual. Mas, numa década de 60 em que o futurismo associado à conquista do espaço começou a capturar o imaginário das pessoas, o que estava a dar era mesmo a novidade – e os relógios automáticos, desenvolvidos sobretudo pela Rolex há já algum tempo, eram considerados o último grito da tecnologia…

Cronógrafos históricos da Heuer dotados do movimento de corda automática Chronomatic/Calibre 11
Cronógrafos históricos da Heuer dotados do movimento de corda automática Chronomatic/Calibre 11

O facto de a indústria relojoeira suíça não ter conseguido na altura resolver o problema da adição de complicações a um calibre automático teve repercussões diretas na queda da venda dos cronógrafos: a presença do rotor dificultava a arquitetura do cronógrafo, afetando diretamente a fiabilidade e a espessura do movimento. A década da Segunda Guerra Mundial tinha representado uma fase de glória para o cronógrafo, mas depois o relógio automático tomou conta do mercado porque já ninguém queria dar corda manualmente aos relógios. E o declínio na exportação de cronógrafos foi-se tornando tão evidente que a Federation Horlogère (a associação profissional da relojoaria suíça) decidiu financiar a pequena associação composta pelas várias marcas especializadas no fabrico de cronógrafos, de modo a que fossem promovidas campanhas internacionais de publicidade que exaltassem os méritos dos cronógrafos tradicionais.

O calibre Chronomatic (depois rebaptizado Calibre 11 nos relógios Heuer) © TAGHeuer
O calibre Chronomatic (depois rebatizado Calibre 11 nos relógios Heuer); o micro-rotor não está à vista © TAG Heuer

Willy Breitling era o presidente e Jack Heuer o vice-presidente dessa pequena associação, que tinha um peso reduzido porque grandes marcas como a Rolex e a Omega compravam a fornecedores exteriores os movimentos para os poucos cronógrafos que fabricavam – sendo que na altura os calibres cronográficos dominantes eram os Valjoux e Venus. A amizade entre ambos juntá-los-ia numa corrida com a Zenith e a Seiko para a concepção do primeiro cronógrafo automático, tal como os Estados Unidos e a União Soviética competiram pela conquista do espaço ao longo da mesma década.

Nome de código: Project 99

Quando a Büren apresentou um novo calibre ultra-plano com microrotor na feira de Basileia em 1967, Jack e o seu pai Charles estudaram uma maneira de o utilizar em combinação com um módulo de cronógrafo fabricado pela Dubois-Dépraz, fornecedor habitual da Heuer (que na altura tinha a designação oficial de Heuer-Leonidas após a fusão de 1964). Como o orçamento da Dubois-Dépraz atingiu na altura a astronómica soma de meio milhão de francos suíços, Jack contactou Willy Breitling para a criação de um consórcio destinado a partilhar custos – e todos os elementos envolvidos tiveram de jurar secretismo relativamente ao processo, baptizado ‘Project 99’ por Charles ter formação militar e insistir num nome de código.

Jack Heuer com a Espiral do Tempo © Miguel Seabra / Espiral do Tempo
Jack Heuer com a edição da Espiral do Tempo com a reedição do Autavia na capa © Miguel Seabra / Espiral do Tempo

O projeto foi facilitado porque Jack Heuer e Willy Breitling eram amigos e as respetivas marcas que lideravam complementavam-se – a Heuer estava mais estabelecida nos desportos motorizados e a Breitling na aviação, para além de cada uma estar mais forte em determinados mercados do que a outra e vice-versa. O desenvolvimento do movimento fez com que o posicionamento natural da coroa fosse à esquerda, o que levou o consórcio a encarar essa singularidade de aparência estranha como um trunfo de comunicação: sendo automático, o utilizador não precisaria de usar a coroa estando o relógio no pulso. Na construção modular, a parte do cronógrafo desenvolvida pela Dubois-Dépraz assentava num sistema de alavancas e cames em vez da clássica roda de colunas (o módulo ficou conhecido como 8510). Gerald Dubois, da Dubois-Dépraz, assumiu a liderança técnica e supervisionou o desenvolvimento do módulo; Hans Kocher, que tinha desenvolvido o micro-rotor da Buren, tornou-se responsável pelo movimento de base. Os diretores técnicos da Heuer e da Breitling também foram nomeados e as duas marcas trataram de desenhar novas caixas e mostradores para o mecanismo que passou a ser conhecido por Chronomatic (contração das palavras Chronograph e Automatic), sendo responsáveis pela montagem.

O Monaco na sua versão original de 1969 © TAG Heuer
O Monaco de 1969, primeiro cronógrafo quadrilátero estanque e com um visual resolutamente vanguardista para a época © TAG Heuer

Os primeiros protótipos surgiram no verão de 1968, ano em que a Hamilton se juntou ao projeto na sequência da aquisição da Büren. A aplicação para a patente deu-se a 1 de Agosto (a atribuição oficial surgiria a 1 de dezembro de 1970) e no outono houve a distribuição de cem peças pelos membros do grupo: 40 para a Heuer-Leonidas, 40 para a Breitling, 10 para a Buren-Hamilton e 10 para a Dubois-Dépraz; face ao anúncio feito pela Zenith no mês de janeiro seguinte, o grupo decidiu não reagir por considerar que a marca rival ainda estava longe da produção em série e por se tratar de uma companhia relativamente pequena sem peso nos Estados Unidos – pelo que anunciaram a 3 de março, antes da feira de Basileia e em conferências de imprensa simultâneas no Hotel Intercontinental de Genebra e no topo do edifício da PanAm em Nova Iorque, que estavam a apresentar o primeiro cronógrafo automático do mundo.

O MOnaco Calibre 12 com coroa à direita e mostrador azul metalizado que integra a coleção atual da TAG Heuer © Paulo Pires / Espiral do Tempo
O Monaco Calibre 12 com coroa à direita e mostrador azul metalizado que integra a coleção atual da TAG Heuer © Paulo Pires / Espiral do Tempo

Entre os vários modelos apresentados pelas marcas do consórcio, houve um que se destacou claramente pelo seu formato singular e combinação cromática: o quadrilátero Monaco (lançado juntamente com novas versões dos existentes Autavia e Carrera), que se tornou no primeiro cronógrafo quadrado resistente à água. Todos eles tinham no mostrador a referência Chronomatic; como o nome não era imediatamente percetível pela clientela americana da Heuer, Jack optou pela nomenclatura Calibre 11 que passaria depois a ser exclusivamente utilizada nos relógios da marca – embora todos os restantes parceiros do consórcio mantivessem no mostrador a designação original do calibre.

Da pista do Principado ao pulso

O advento do Monaco teve muito a ver com a estanqueidade e a novidade. «Todos os nossos cronógrafos dos anos 60 eram estanques», esclareceu Jack Heuer, «e as caixas circulares eram a melhor opção». Os outros formatos eram mais permeáveis a infiltrações; a situação alterou-se quando a Piquerez, uma empresa fornecedora de caixas, apresentou a Jack Heuer um sistema de estanqueidade para caixas quadradas com quatro cortes que, sob o efeito de tensão, se uniam até ao fundo da caixa, resistindo à infiltração de água. Convencido, Jack Heuer negociou a exclusividade das caixas quadradas estanques para a sua marca e atreveu-se a conceber o Monaco para o incluir no já referido e altamente confidencial Project 99. Seria uma forma de associar um formato inédito a um movimento inovador.

O Monaco Calibre 12 no Cascais Motorshow © Miguel Seabra / Espiral do Tempo
O Monaco Calibre 12 no Cascais Motorshow © Miguel Seabra / Espiral do Tempo

O Monaco foi estreado em 1969 mas já estava dotado de ângulos e cores que deixavam antever o estilo relojoeiro que marcou a década de 1970 e a era ‘disco’. O nome foi criteriosamente escolhido por Jack Heuer para evocar a famosa prova de Fórmula Um, o glamour do Principado, o estilo de vida do jet-set da Côte d’Azur. E não há dúvida de que estabeleceu um marco na história da relojoaria: exibia então um dos dois primeiros mecanismos cronográficos automáticos da história naquele que era considerado o primeiro relógio quadrado à prova de água, graças à colaboração com o fornecedor de caixas Piquerez.

O Monaco no Mónaco © TAG Heuer
O Monaco Calibre 11 no Mónaco: o nome do carismático cronógrafo foi inspirado no circuito de Formula 1 do Principado © TAG Heuer

Para além disso, o seu original perfil ficou imortalizado no filme ‘Le Mans’ (1971) através do mítico Steve McQueen – um dos defuntos com mais carisma que se conhecem. Jo Siffert, o malogrado piloto suíço que no início dos anos 1970 era um dos protagonistas da Fórmula Um e que foi o primeiro embaixador da marca relojoeira então liderada por Jack Heuer, usava o Monaco; McQueen era um fã de Siffert e recebeu instruções dele para dar maior credibilidade à sua personagem no filme, pelo que ‘Michael Delaney’ também usou o Monaco no pulso. Por volta dos 24 minutos do filme, segura no seu capacete e o relógio torna-se bem visível aos olhos do espectador…

Steve McQueen no filme Le Mans © TAG Heuer
Imagem icónica: Steve McQueen com o Monaco no filme Le Mans © TAG Heuer

Esse momento acabaria por ficar para a posteridade sob várias formas. Uma das quais a ‘reciclagem’ do estranho relógio quadrado, colocado de novo no mercado em 1998 numa edição limitada a 5.000 exemplares. Foi o início da renascença do Monaco, que antecipou numa dúzia de anos a clara tendência retro que carateriza a relojoaria na presente década. As proporções, o mostrador e os botões do neo-Monaco de 1998 eram assaz diferentes do original e davam-lhe uma personalidade muito mais… urbana. Muito por causa de um mostrador totalmente preto.

A versão mais recente do Monaco inspirada na edição limitada de mostrador preto que em 1998 marcou o regresso do modelo ao catálogo da TAG Heuer © Monaco
A versão mais recente do Monaco inspirada na edição limitada de mostrador preto que em 1998 marcou o regresso do modelo ao catálogo da TAG Heuer © Monaco

A coroa do modelo de 1969 estava do lado esquerdo da caixa devido ao mecanismo, enquanto na nova versão ficou colocada ortodoxamente entre os botões cronográficos do lado direito da caixa. A própria caixa foi remodelada, com alternâncias entre aço baço e polido, as arestas foram limadas, e os pequenos segundos e o contador dos minutos eram da mesma cor do fundo negro do mostrador…

Uma das muitas variações do Monaco: o Monaco Sixty Nine © TAG Heuer
Uma das muitas variações do Monaco: o ‘bipolar’ e reversível Monaco Sixty Nine © TAG Heuer

O sucesso dessa reinterpretação livre de um relógio tão peculiar como o Monaco incentivou a TAG Heuer a investir noutras versões. E, claro, numa versão mais próxima da mais conhecida e mais racing de todas as variantes do cronógrafo quadrilátero lançadas entre 1969 e o final da década de Setenta: a tal que Steve McQueen utilizou, de mostrador azul metalizado com contadores brancos e alguns ponteiros vermelhos. Tem havido muitas reinterpretações do Monaco lançadas pela TAG Heuer nos últimos 15 anos, incluindo variantes mais estilizadas e mesmo concept watches que se tornaram realidade comercial (o Monaco V4), mas o Monaco Calibre 11 Steve McQueen mantém-se como a mais famosa e reconhecível – até porque agora consta do catálogo da marca uma fiel reedição com mostrador azul mate e coroa à esquerda a acompanhar a de mostrador azul metalizado e coroa à direita.


Ver esta publicação no Instagram

Uma publicação partilhada por Espiral do Tempo (@espiraldotempo) a

Em cima: Os dois Monacos da coleção atual da TAG Heuer: Monaco Calibre 11 e Monaco Calibre 12 © Susana Gasalho / Espiral do tempo

A memória de Jack

Entre os líderes do Project 99, Jack Heuer assumiu claro protagonismo e é hoje um dos sobreviventes que pode recordar o que se passou na altura. E contou-nos: “No dia 10 de janeiro de 1969 quase me engasguei ao abrir o jornal quando estava a tomar o café. Havia uma pequena notícia que anunciava que a Zenith tinha desenvolvido o primeiro cronógrafo automático do mundo e tinham um protótipo funcional. Mas resolvemos fingir ignorar a notícia porque na altura já tínhamos 100 movimentos Chronomatic e preparávamos o nosso próprio anúncio à escala internacional, até porque a notícia sobre o El Primero não passou da imprensa regional”.

Um trio de Monacos: o Guld em edição limitada com Racing Stripes e os dois de mostrador azul da coleção regular
Um trio de Monacos: o Gulf em edição limitada com racing stripes em cima e os dois de mostrador azul da coleção regular

E sublinhou: “Estávamos um pouco à frente da Zenith, mas não muito – uns três ou quatro meses. Tínhamos testado os protótipos durante algum tempo e havia uma centena de mecanismos distribuídos por vários modelos do consórcio em Basileia… enquanto a Zenith tinha apenas um ou dois protótipos. Eles fizeram um comunicado de imprensa a dizer que foram os primeiros e chamaram ao novo mecanismo cronográfico El Primero; não entrámos em disputa em relação a quem foi realmente o primeiro – e cada parte diz que foi a primeira. O irónico da situação é que atualmente existem relógios TAG Heuer com o Calibre 36, que é o mecanismo baseado no El Primero da Zenith. Agora há milhares de cronográfos automáticos que se vendem por ano, principalmente baseados em calibres Valjoux ou modulares, mas na altura não havia absolutamente nada! O cronógrafo automático foi a minha maior contribuição para a indústria relojoeira, para além de ter permitido a divulgação da marca e de também ter estado na base da sua associação ao mundo automóvel”.

Jean Campiche na cronometragem oficial da Heuer no Grande Prémio do Monaco durante a década de 70 © TAG Heuer
Jean Campiche na cronometragem oficial da Heuer no Grande Prémio do Monaco durante a década de 70 © TAG Heuer

Essa ligação é quase umbilical: “Gastámos muito dinheiro a desenvolver o primeiro cronógrafo automático. Tínhamos o produto que o mercado mundial queria, mas não tínhamos dinheiro para o anunciar porque o nosso budget de publicidade era muito reduzido. Que fazer? Um amigo sugeriu-me que patrocinasse o piloto suíço Jo Siffert e eu achei logo que era uma excelente solução, porque a Formula 1 já se estendia à escala planetária e cobria todos os nossos mercados. Envolvemo-nos na Formula 1 e foi assim que pusemos a marca em órbita: tornou-se chique ter um Heuer e as pessoas colavam autocolantes nos carros só para mostrar que tinham uma ligação qualquer connosco ou que tinham um relógio da marca”.

Jack Heuer com Jacky Ickx no Grande Prémio do MOnaco em 1973 © TAG Heuer
Jack Heuer com o lendário piloto belga Jacky Ickx no Grande Prémio do Mónaco em 1973 © TAG Heuer

A concorrência

Na corrida tripartida para o primeiro cronógrafo automático, a concorrência mais direta foi a da Zenith (e recentemente publicámos aqui a história também lendária do seu calibre El Primero), enquanto a Seiko correu por fora; a própria marca nipónica foi extremamente discreta, sendo que na feira de Basileia em março de 1969 não foi feita nenhuma apresentação oficial nem mencionado o respetivo projeto quando o então presidente Itiro Hattori visitou Jack Heuer e lhe deu os parabéns pelo Chronomatic. Fontes da Seiko revelam que em maio de 1969 foi apresentada a referência 6139 para o mercado japonês e alguns exemplares têm gravada a indicação de março 1969; a distribuição internacional terá começado a ser feita no final do ano, a um preço que era quase metade do da concorrência suíça.

O mais famoso movimento cronográfico da relojoaria de pulso comemora este ano as suas Bodas de Ouro © Zenith
O calibre cronográfico automático El Primero da Zenith também comemora este ano as suas Bodas de Ouro © Zenith

No final, quem ganhou mesmo foi o cronógrafo – que se mantém como a variante de relógio mais popular, com o seu charme desportivo e até uma certa veia poética: numa era em que o tempo voa, permite-nos agarrar um momento da eternidade e congelá-lo para sempre graças à mais divulgada complicação da relojoaria tradicional.

O Monaco em Cascais © TAG Heuer
Da Côte d’Azur à Costa do Estoril: o Monaco em Cascais, precisamente no dia do seu 50º aniversário © Isabel Alte da Veiga

Indispensável para uns e mero exercício de estilo para outros, o cronógrafo é um símbolo da era moderna e tem escrito os progressos do homem nos últimos dois séculos… e escrever o tempo é transcrever a história do mundo. Meio século depois, o Monaco será o grande protagonista da TAG Heuer na edição deste ano de Baselworld e fala-se em cinco modelos comemorativos. Entretanto, tanto o relógio como o revolucionário movimento têm estado a ser celebrados nas redes sociais com o hashtag #monaco50, #chronomatic50 e #calibre11. Da nossa parte, vamos também promover os hashtags #MonacoMonday com posts à segunda feita e ainda #HipToBeSquare para homenagear os relógios de forma. Juntem-se à comemoração!

* texto atualizado, completado e adaptado do artigo originalmente publicado na edição nº 60 da Espiral do Tempo

O ator e piloto Patrick Dempsey com o Monaco... no Mónaco © TAG Heuer
O ator e piloto Patrick Dempsey com o Monaco Calibre 12… no Mónaco © TAG Heuer

Outras leituras