O Concerto de Ano Novo da Orquestra Filarmónica de Viena é um dos mais prestigiados espetáculos do mundo e um dos eventos de sonho patrocinados pela Rolex. Apresentamos a edição deste ano e damos a informação de como pode ser acompanhado.
A final de Wimbledon. O Masters de Augusta em golfe. As 24 Horas de Le Mans. E o Concerto de Ano Novo da Orquestra Filarmónica de Viena. Tudo eventos de sonho que qualquer individualidade sofisticada inclui na sua wish list… com a particularidade de serem todos patrocinados pela Rolex, que não deixa mesmo os seus créditos por pulsos alheios. A marca genebrina é conhecida pela sua associação a modalidades desportivas de prestígio e construiu a sua reputação de fiabilidade no acompanhamento de grandes exploradores do século XX — mas também está muito envolvida no apoio às artes e à cultura. A parceria com a Filarmónica de Viena, estabelecida em 2008, é um dos melhores exemplos disso mesmo.

Há mais de 80 anos que a Filarmónica de Viena celebra o Ano Novo com um fascinante concerto no Salão Dourado do histórico Musikverein que demonstra o poder da música para ligar povos distintos. Com uma audiência global de televisão e streaming de aproximadamente 50 milhões de espetadores em mais de 150 países, é mesmo o concerto de música clássica mais visto no planeta — e tem uma longa tradição de transmissão televisiva em Portugal, através da RTP. E a televisão estatal portuguesa vai voltar a transmitir em direto o concerto, pelas 10h30 do dia 1 de janeiro de 2026. É mesmo a melhor maneira de acompanhar o concerto, porque conseguir bilhete para vê-lo presencialmente é extremamente difícil, tal é a procura; outra opção é o streaming no site medici.tv, parceiro da Rolex.

O Salão Dourado do Musikverein é deslumbrante e alguns dos maiores maestros do mundo já dirigiram o Concerto de Ano Novo — entre os quais Herbert von Karajan, Carlos Kleiber, Zubin Mehta, Riccardo Muti, Daniel Barenboim e Gustavo Dudamel, embaixador da Rolex. O concerto de 2026 terá um novo nome a assumir a batuta: o maestro canadiano Yannick Nézet-Séguin, também ele um Rolex testimonee desde 2024.
Música, maestro!
«É uma imensa honra para mim juntar-me aos meus amigos da Filarmónica de Viena e participar na tradição única e mundialmente reconhecida do Concerto de Ano Novo. Como músico e como ser humano, a minha paixão é construir uma ponte entre o tradicional e o contemporâneo, para ampliar a mensagem da música clássica. O Concerto de Ano Novo reflete essa visão», sublinha Yannick Nézet-Séguin.

Reconhecido pelo estilo singular e liderança dinâmica, Yannick Nézet-Séguin é um dos maestros mais influentes da sua geração e já ganhou múltiplos Grammys; entre as mais variadas honrarias, foi também nomeado Comendador da Ordem das Artes e Letras do Quebeque em 2015 e recebeu o prémio Artista do Ano da Musical America em 2016. Em 2018, foi eleito Diretor Musical da Metropolitan Opera; desde então, a Metropolitan Opera incorporou uma programação que inclui mais música contemporânea. Aos 25 anos, foi nomeado Diretor Artístico da Orquestra Metropolitana de Montreal, mantendo contrato vitalício. Em 2012, assumiu o cargo de Diretor Musical da Orquestra de Filadélfia, revitalizando-a e atraindo um público mais jovem com novas obras. Mantém estreita colaboração com as Filarmónicas de Berlim e Viena, a Orquestra Sinfónica da Rádio da Baviera e a Orquestra de Câmara da Europa, e já dirigiu apresentações no Teatro alla Scala, no Royal Ballet e na Royal Opera House, na Ópera Nacional Holandesa e na Ópera Estatal de Viena, bem como em importantes festivais como o Festival de Salzburgo.

A colaboração de Yannick Nézet-Séguin com a Filarmónica de Viena começou em 2010, dirigindo regularmente a orquestra em concertos tanto em Viena como em Salzburgo ou em digressão, para além do histórico Concerto de Verão de 2023. No Concerto de Ano Novo, também famoso por incluir obras do compositor Johann Strauss, o embaixador Rolex dará vida à música da compositora austríaca Josephine Weinlich, bem como de Florence Price, que em 1933 se tornou a primeira compositora negra a ter uma sinfonia interpretada por uma grande orquestra americana.

Filarmónica de Viena
A Filarmónica de Viena é amplamente reconhecida como uma das orquestras mais veneradas do mundo, mantendo as maiores tradições da música clássica. Fundada em 1842 e com mais de 180 anos de contributo artístico, é reconhecida pela sua brilhante sonoridade, bem como pelos seus elevadíssimos padrões, mantendo a integridade artística e comunicando a mensagem humanitária da música em todo o mundo. Hoje em dia, esse papel concretiza-se através de dois eventos notáveis que são transmitidos para diversos países: o referido Concerto de Ano Novo e ainda o Concerto Noturno de Verão ao ar livre — onde, todos os anos em maio ou junho, mais de 50.000 pessoas se reúnem no Palácio e Jardins de Schönbrunn, em Viena.

Já se sabe que a comunicação da Rolex celebra as conquistas humanas como uma viagem pautada por marcos, emoções e momentos decisivos —e, para além da ligação ao desporto e à exploração, há mais de meio século que estabelece parcerias com alguns dos artistas mais talentosos do planeta e com as principais instituições culturais para promover a excelência e a transmissão do património artístico, criando uma ligação entre o passado, o presente e o futuro. Através da Perpetual Arts Initiative, um amplo portefólio de artes que abrange a arquitetura, o cinema, a dança, a música, a literatura, o teatro e as artes visuais, a Rolex assume orgulhosamente um compromisso a longo prazo com a cultura global.

No plano musical, a manufatura genebrina mantém parcerias com teatros de ópera de renome internacional, incluindo o Teatro alla Scala, o Royal Ballet and Opera, a Metropolitan Opera, a Ópera Nacional de Paris, o Teatro Colón, a Ópera de Monte Carlo e a Ópera de Zurique. Apoia também centros de artes performativas, como o Centro Nacional de Artes Performativas e a Elbphilharmonie. E promove a música através de prestigiados festivais e orquestras, incluindo os festivais de Salzburgo e Pentecostes, bem como a Filarmónica de Viena. Para além disso, apoia iniciativas que incentivam promissores jovens artistas, como a Operalia/Competição Mundial de Ópera, a Fundação Kiri Te Kanawa, a Academia Filarmónica de Viena e o Prémio Herbert von Karajan para Jovens Maestros. Entre os embaixadores Rolex na música estão artistas de renome mundial, como Cecilia Bartoli, Benjamin Bernheim, Michael Bublé, Renaud Capuçon, Gustavo Dudamel, Juan Diego Flórez, Hélène Grimaud, Jonas Kaufmann, Jakub Orlinski, Anoushka Shankar, Sir Bryn Terfel, Rolando Villazón, Sonya Yoncheva, Yuja Wang, o já referido Yannick Nézet-Séguin e a lendária Dame Kiri Te Kanawa

Ao longo de cinco décadas, a Rolex estabeleceu parcerias sólidas com artistas visionários, baseadas no seu compromisso com os mais elevados padrões de criatividade e performance. A primeira embaixadora na música foi a conceituada soprano Kiri Te Kanawa (ou Dame Kiri Te Kanawa, após ter recebido a Ordem de Mérito do Império Britânico), em 1976. Através das suas crescentes parcerias com artistas talentosos e instituições de renome, a marca da coroa procura apoiar as sumidades que estão no auge das suas disciplinas, preservar o legado cultural e cultivar talentos emergentes que alcançarão novos patamares no futuro. O Concerto de Ano Novo da Orquestra Filarmónica de Viena é uma celebração que, emblematicamente, personifica esse investimento na cultura musical.





