Um Datejust perfeito para Wimbledon

Wimbledon é um dos melhores e mais prestigiados eventos desportivos do planeta; a sua associação à Rolex é lendária e a marca da coroa lançou este ano um Datejust com mostrador verde ombré que parece perfeito para o cenário do All England Club.

Há parcerias que nascem de um contrato. Outras parecem inevitáveis. A que une a Rolex a Wimbledon pertence ao segundo grupo. Desde 1978 que a manufatura genebrina marca presença naquele que continua a ser o mais emblemático palco do ténis mundial, numa relação construída sobre valores comuns: tradição, excelência, rigor e uma notável capacidade de evoluir sem jamais renunciar à própria identidade.

Bjorn Borg comemora o épico triunfo na mítica final de 1980 | Foto: Rolex

É precisamente esse equilíbrio que faz de Wimbledon um caso singular no panorama desportivo. Fundado em 1877, continua a ser o mais antigo torneio de ténis do mundo e, paradoxalmente, um dos mais modernos. Poucos eventos conseguem preservar com igual convicção os seus rituais — do rigor do vestuário branco à reverência pela relva impecavelmente cuidada — enquanto incorporam algumas das mais sofisticadas soluções tecnológicas ao serviço da competição e dos adeptos. Em Wimbledon, a tradição nunca é um obstáculo à inovação; é o ponto de partida para que cada evolução aconteça de forma natural. O mesmo se pode dizer da Rolex.

relógio Rolex em Wimbledon | Foto: Rolex
Um dos muitos relógios Rolex no All England Club de Wimbledon | Foto: Rolex

Ao longo de quase cinco décadas, a Rolex tornou-se parte integrante dessa narrativa. A ligação ao ténis abrange atualmente não só os quatro torneios do Grand Slam (Open da Austrália, Roland Garros, Wimbledon, US Open), como também todos os restantes maiores eventos da modalidade — sem esquecer muitos dos protagonistas que ajudaram a definir sucessivas gerações de campeões. No plano masculino, desde Rod Laver a Carlos Alcaraz, passando por Bjorn Borg e Roger Federer; no plano feminino, desde Chris Evert a Mirra Andreeva (a jovem campeã de Roland Garros), passando por Justine Henin e Iga Swiatek.

tenista Jannik Sinner em Wimbledon vestido de branco com court de relva | Foto: Rolex
Jannik Sinner em ação no Centre Court de Wimbledon | Foto: Rolex

Mas, antes de qualquer jogador ou outro torneio, foi precisamente no All England Club que começou a mais duradoura associação entre uma marca relojoeira e um grande evento desportivo. E é por isso que o novo Datejust com mostrador verde ombré tem de ser considerado mais do que uma simples novidade de catálogo — numa perspetiva tenística, e tendo em conta a sobejamente conhecida ligação entre a Rolex e Wimbledon, a profundidade do verde do mostrador remete naturalmente para os courts de relva e reforça essa afinidade quase espontânea entre dois ícones que partilham uma mesma filosofia: honrar o passado sem deixar de olhar para o futuro.

relógio Rolex Datejust Green Ombré | Foto: Rolex
O novo Datejust 41 Green Ombré com luneta canelada e bracelete Oyster| Foto: Rolex

Pode parecer um chavão… mas, no caso da Rolex e de Wimbledon, é a realidade.

Datejust e a intemporalidade

Não há dúvida de que os modelos da linha Professional são muito populares e extremamente cobiçados, do Daytona ao GMT-Master II. Mas o Datejust representa o conceito que catapultou a Rolex desde a sua introdução, em 1945. Quando chegou ao mercado, foi o primeiro relógio de pulso estanque e automático a apresentar a data através de uma janela aberta às 3 horas — uma combinação hoje tão universal que quase nos faz esquecer o seu caráter revolucionário. Pela primeira vez, um único relógio reunia as três grandes conquistas técnicas que haviam marcado as décadas anteriores da história da relojoaria de pulso e da Rolex: a precisão cronométrica, reconhecida pelos primeiros certificados obtidos por um relógio de pulso da marca em 1910; a caixa Oyster, apresentada em 1926 e responsável por redefinir os padrões de estanquidade; e o sistema automático de corda através do rotor Perpetual, patenteado em 1931 e que viria a transformar definitivamente a utilização quotidiana do relógio mecânico.

Um dos modelos Datejust dotados do mostrador conhecido por ‘Wimbledon dial’ | Foto: Rolex

Poucas referências permaneceram tão fiéis à sua identidade ao longo de oito décadas. O perfil da caixa, a harmonia das proporções, a leitura imediata do mostrador e a discreta elegância que sempre o caracterizou foram evoluindo sem nunca romper com a linguagem original. É precisamente essa continuidade que faz do Datejust um dos exemplos mais conseguidos da filosofia Rolex: inovar de forma constante, mas sem que a inovação se imponha sobre a própria identidade do objeto. Disponível atualmente em caixas de 31, 36 e 41 milímetros, continua a refletir esse raro equilíbrio entre tradição, funcionalidade e sofisticação que também se pode encontrar no All England Club.

relógio Rolex em Wimbledon | Foto: Rolex
Relógio Rolex no exterior do Centre Court em Wimbledon | Foto: Rolex

Há mesmo um conjunto alargado de referências do Datejust com uma tipologia de mostrador que é conhecida por ‘mostrador Wimbledon’ — assente em algarismos romanos de cor verde e que escalpelizámos num artigo publicado há precisamente um ano. Agora há outro mostrador que pode reclamar essa alcunha.

Verde britânico

O elemento mais marcante entre os modelos Datejust apresentados em abril no Watches and Wonders é, sem dúvida, o novo mostrador verde ombré. Não apenas pela cor, mas sobretudo pela forma como é conseguida e pela beleza do produto final. A Rolex recuperou o acabamento ombré em 2019 e desde o ano passado que tem recorrido a um revestimento integralmente lacado para alcançar um notável efeito gradiente.

pormenor de mostrador do relógio Rolex Datejust Green Ombré | Foto: Rolex
Pormenor do mostrador gradiente do Datejust Green Ombré | Foto: Rolex

O mostrador verde ombré lacado é produzido de forma semelhante aos restantes mostradores ombré introduzidos pela Rolex desde há sete anos no Day-Date 36, alargados em 2024 ao Day-Date 40 e, a partir de 2025, ao Datejust 31. A principal diferença reside no facto de a coloração do mostrador ser obtida através da aplicação de um lacado verde, enquanto nos restantes mostradores ombré a tonalidade central é conseguida por recurso à tecnologia PVD (Physical Vapour Deposition ou deposição física em fase de vapor). As etapas seguintes do processo permanecem inalteradas: o gradiente da cor — o característico efeito sombreado — é criado através da pulverização concêntrica de lacado preto com recurso a um aerógrafo (pistola de ar comprimido). A superfície do mostrador recebe depois uma camada de verniz incolor de proteção. As inscrições são efetuadas por meio de tampografia e os índices são aplicados manualmente.

relógio Rolex Datejust Green Ombré | Foto: Rolex
O Datejust Green Ombré 36 com luneta canelada | Foto: Rolex

O resultado dificilmente poderia ser reproduzido por um simples degradé convencional. A luz percorre o mostrador de forma distinta consoante o ângulo de observação, conferindo-lhe uma profundidade quase tridimensional e fazendo sobressair o tom verde central. As inscrições brancas destacam-se com grande clareza, enquanto os índices de matéria luminescente Chromalight reforçam simultaneamente a legibilidade e o equilíbrio estético do conjunto.

pormenor de mostrador do relógio Rolex Datejust Green Ombré | Foto: Rolex
Detalhe dos índices aplicados no mostrador do Datejust Green Ombré | Foto: Rolex

Mais do que um exercício cromático, o mostrador verde ombré estabelece uma ponte natural entre a identidade do Datejust e o universo de Wimbledon. Não há qualquer menção da marca a fazer a ligação oficial do relógio ao torneio, mas essa associação parece ficar oficializada com a utilização do Datejust verde ombré nas publicidades da marca ligadas a Wimbledon. O verde deixa de ser apenas uma cor; torna-se uma evocação discreta da relva que, verão após verão, continua a receber alguns dos momentos mais marcantes da história do ténis — num país também muito ligado a essa tonalidade desde os tempos épicos do desporto motorizado, através do chamado ‘British Racing Green’.

Dois tamanhos

O único modelo com mostrador verde ombré apresentado à imprensa no Watches and Wonders foi o Datejust 41, mas foi depois possível constatar, através da revista oficial da marca e também do configurador no site da Rolex, que afinal existia um outro diâmetro: o Datejust com caixa de 36mm, porventura um diâmetro mais adaptado às preferências atuais por relógios de dimensões mais contidas.

página website do relógio Rolex Datejust Green Ombré | Foto: Rolex
Imagem do configurador do Datejust Green Ombré no website da Rolex | Foto: DR

Tendo em conta as opções entre os diâmetros de 41 e 36mm, entre a emblemática luneta canelada e uma luneta lisa, e entre a bracelete Oyster e a bracelete Jubilee, o novo Datejust de mostrador verde ombré está disponível num total de oito variantes possíveis. Mas não só; para além dessas alternativas ‘básicas’, está também contemplada a opção de luneta engastada com diamantes para um toque mais joalheiro.

No nosso pulso: o novo Datejust 41 Green Ombré | Foto: Miguel Seabra/Espiral do Tempo

A caixa é, obviamente, Oyster — o primeiro fundamento do conceito sobre o qual assenta a Rolex e que, em 1926, alterou profundamente a relação entre um relógio mecânico e o mundo exterior. A Rolex celebrou este ano o centenário da caixa Oyster que permitiu, pela primeira vez, que a poeira, a humidade e a água deixassem de constituir inimigos permanentes do movimento. Um século depois, essa construção continua a ser um dos pilares da identidade da marca; no Datejust de mostrador verde ombré, a caixa Oyster mantém intactos os princípios que lhe deram origem, conciliando robustez estrutural com uma elegância quase intemporal e garantindo estanquidade até aos 100 metros.

quatro variantes do relógio Rolex Datejust Green Ombré com bracelete metálica
As quatro variantes possíveis do Datejust 36 Green Ombré também podem ser encontradas no Datejust 41 | Fotos: Rolex

A carrura é talhada num bloco maciço de Oystersteel, enquanto o fundo aparafusado assegura um fecho hermético através de uma ferramenta exclusiva utilizada pelos relojoeiros autorizados da marca. Também a coroa Twinlock desempenha um papel determinante, graças ao seu sistema duplo de vedação.

O perfil da caixa Oyster do Datejust Green Ombré | Foto. Rolex
O perfil da caixa Oyster do Datejust Green Ombré | Foto. Rolex

O vidro de safira anti-risco integra a referida lente Cyclops sobre a janela da data e beneficia de tratamento antirreflexo, contribuindo para uma leitura particularmente confortável. Tudo parece simples quando observado do exterior, tal como o Centre Court de Wimbledon parece o mesmo; mas essa simplicidade resulta de mais de meio século de aperfeiçoamento técnico que faz da caixa Oyster uma verdadeira cápsula de proteção para um mecanismo concebido para acompanhar o quotidiano durante gerações. E o Centre Court de Wimbledon tem hoje em dia um teto amovível (inaugurado em 2009) e um scoreboard digital LED (estreado em 2008).

Data revolucionária

Uma das maiores virtudes do Datejust reside precisamente na simplicidade com que apresenta soluções que, no momento em que surgiram, representavam uma profunda mudança de paradigma.

O Cyclops em destaque num Datejust também adaptado ao espírito e às cores de Wimbledon | Foto. Rolex

Antes de 1945, a data era normalmente indicada por um ponteiro datador suplementar que percorria uma escala colocada na periferia do mostrador. Era uma solução funcional, mas pouco intuitiva. A Rolex optou por um caminho diferente: substituir esse sistema por um disco de data visível através de uma janela aberta às 3 horas. Hoje parece uma evidência; na altura, era uma inovação que acabaria por influenciar praticamente toda a relojoaria. Tal como Wimbledon, apesar da tradição, foi o primeiro torneio do Grand Slam a adoptar o sistema eletrónico Cyclops (em 1980) para avaliar se a bola era dentro ou fora no serviço.

jogadores e pessoas no torneio de ténis de Wimbledon | Foto AELTC e Rolex
Verde verdejante: esplendor na relva de Wimbledon | Foto AELTC

Curiosamente, a Rolex já vinha utilizando tal nome desde 1953 em outra das assinaturas mais reconhecíveis da casa genebrina: a lente Cyclops, colocada sobre o vidro para ampliar a data e tornar a leitura imediata. Três anos mais tarde, em 1956, a mudança passou a fazer-se de forma instantânea à meia-noite, eliminando a progressão lenta que caracterizava muitos calendários da época. Pormenores que hoje são dados como adquiridos, mas que ajudam a explicar por que motivo o Datejust continua a ser encarado como uma das referências da relojoaria clássica de pulso.

Evolução silenciosa

Tal como Wimbledon, a filosofia da Rolex raramente passa por revoluções ostensivas. Prefere aperfeiçoar continuamente soluções existentes, muitas vezes através de pequenas evoluções que, acumuladas ao longo dos anos, acabam por produzir ganhos significativos de desempenho. Os Calibres 2236 e 3235 ilustram bem essa abordagem; integralmente desenvolvidos e manufaturados pela Rolex, equipam respetivamente o Datejust 31 e os Datejust 36 e 41.

O Calibre 3235 que equipa os modelos Datejust 36 e 41 | Foto: Rolex

Embora pertençam a gerações distintas, partilham a mesma filosofia: privilegiar precisão, fiabilidade, eficiência energética e estabilidade de funcionamento em todas as circunstâncias. O Calibre 3235 utilizado no Datejust verde ombré inclui outra das grandes inovações da manufatura: o escape Chronergy. Também patenteado e produzido em níquel-fósforo, aumenta significativamente o rendimento energético sem comprometer a fiabilidade; funciona em conjunto com a espiral azul Parachrom, fabricada numa liga paramagnética exclusiva da marca da coroa e dotada de uma Rolex overcoil, solução que garante uma respiração mais concêntrica da espiral e uma maior regularidade de funcionamento em qualquer posição.

O novo escape Chronergy da Rolex
O escape de alto rendimento Chronergy integrado no Calibre 3255 | Foto: Rolex

O balanço de inércia variável ajustado através das porcas Microstella em ouro é solução técnica tradicional da casa genebrina que permite uma afinação extremamente precisa. A estabilidade do conjunto é assegurada por uma ponte transversal regulável em altura, enquanto os amortecedores Paraflex, igualmente desenvolvidos pela Rolex, reforçam a resistência aos impactos. A carga automática continua a ser assegurada pelo massa oscilante dita Perpetual, cuja eficiência permite obter cerca de 70 horas no Calibre 3235, resultado da arquitetura otimizada do tambor de corda e da maior eficiência do escape Chronergy.

Rolex Datejust 41 Green Dial
O Datejust com mostrador verde ombré e luneta canelada em ouro branco na versão 41 | Fotos: Rolex

A sofisticação do Calibre 3235 reflete-se igualmente na qualidade da execução e dos acabamentos, visível nas inscrições Chronometer Perpetual e Superlative Adjusted gravadas, desde 2023, na massa oscilante e nas pontes — um detalhe discreto, mas revelador do cuidado colocado em cada componente.

Duas braceletes

Ao longo da sua história, o Datejust foi sendo acompanhado por algumas das braceletes metálicas mais emblemáticas da Rolex. Longe de constituírem um simples complemento estético, as braceletes Oyster, Jubilee e President fazem hoje parte da identidade da marca, contribuindo de forma decisiva para o caráter dos relógios e para a experiência de utilização.

Fecho Oysterlock da Rolex
Fecho Oysterlock utilizado nas braceletes Oyster | Foto: Rolex

O Datejust verde ombré pode ser configurado com a bracelete Oyster de três elos ou com a Jubilee de cinco elos, que nasceu precisamente em 1945 para assinalar o lançamento do Datejust e continua a ser uma das soluções mais elegantes e versáteis do catálogo da marca. Ambas as braceletes estão equipadas com o fecho Oysterclasp, que inclui o sistema Easylink desenvolvido pela Rolex para permitir um ajuste rápido do comprimento em cerca de cinco milímetros. Trata-se de uma solução simples, mas particularmente eficaz, que acomoda as naturais variações do pulso ao longo do dia ou entre o inverno e o verão sem necessidade de ferramentas ou intervenções adicionais.

Para além da certificação

Todos os Datejust contemporâneos ostentam a designação Superlative Chronometer, certificação criada pela Rolex para identificar relógios que satisfazem critérios de desempenho substancialmente mais exigentes do que aqueles exigidos pela certificação oficial de cronómetro. O processo começa no Contrôle Officiel Suisse des Chronomètres (COSC), onde cada movimento obtém o respetivo selo. Mas, para a Rolex, esse é apenas o primeiro passo.

Bracelete Oyster noutra proposta Datejust de cromatismo que pode evocar Wimbledon | Foto: Rolex

Depois de o movimento ser montado na caixa, o relógio completo regressa aos laboratórios da marca para uma nova bateria de ensaios, concebida para avaliar o seu comportamento nas condições em que será efetivamente utilizado. Precisão, autonomia, eficiência da corda automática, estanquedade e fiabilidade global são então verificadas através de um protocolo desenvolvido internamente pela Rolex, recorrendo a equipamentos específicos que simulam a utilização quotidiana do relógio. O objetivo não consiste apenas em validar um movimento, mas em certificar o desempenho do conjunto já totalmente assemblado.

jogadores e pessoas nos courts do torneio de ténis de Wimbledon | Foto AELTC e Rolex
Perspetiva do All England Club a partir do Court 2 | Foto AELTC

É desse processo que resulta uma precisão compreendida entre -2 e +2 segundos por dia, margem bem mais restritiva do que a exigida pelo COSC para o movimento isolado e que continua a distinguir a Rolex entre os grandes nomes da relojoaria contemporânea. O selo verde que acompanha cada Datejust simboliza essa certificação e é complementado por uma garantia internacional de cinco anos, refletindo a confiança da casa da coroa na qualidade dos seus produtos.

relógio Rolex em Wimbledon | Foto: Rolex
Outro dos omnipresentes relógios Rolex no All England Club | Foto: Rolex

No fundo, é também essa filosofia que aproxima o Datejust de Wimbledon. Ambos evoluíram naturalmente e sem grandes convulsões ao longo de décadas, sem nunca perderem a identidade que os tornou referências incontornáveis nas respetivas áreas. Ambos fizeram da tradição um ponto de partida para a inovação e não um travão à mudança. E ambos demonstram que a verdadeira intemporalidade não resulta da ausência de evolução, mas da capacidade de mudar preservando aquilo que realmente importa.

Jannik Sinner usou um Daytona depois de ter batido Carlos Alcaraz na final de 2025 | Foto: Rolex

Há um ano, a Rolex fez o pleno no All England Club — sendo official timekeeper, teve embaixadores seus a ganhar o título individual: Jannik Sinner no plano masculino (diante de outro testimonee Rolex, Carlos Alcaraz) e Iga Swiatek na vertente feminina. Este ano, Iga Swiatek já foi afastada na terceira ronda, mas — à entrada para os quartos-de-final — há ainda vários jogadores Rolex com aspiração a levantarem o troféu no próximo fim-de-semana.

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